A primeira sondagem depois da grandiosa crise política, revelou que o PS só subiu uns pequenitos 0,8% em relação ao mês anterior, mantendo-se sempre abaixo dos valores de 2018.
As “contas certas” do Governo são como interruptores, ora para cima ora para baixo. Esse menu de contas variáveis justificou uma demissão espampanante.
Silêncio, luta e inveja. E sentido inverso. A crise de nervos que António Costa provocou na oposição à Direita foi o golpe de teatro mais cómico (não fosse trágico) desta legislatura.
Com as sondagens para as europeias a correrem mal e a sentir a maioria absoluta cada vez mais distante, o Governo resolveu montar uma farsa. Indiferente à consequência de atiçar o país contra os professores da Escola Pública com base em manipulações.
No Alentejo Litoral, o negócio das estufas vai destruindo o Parque Natural. Ao mesmo tempo, a destruição da natureza é feita com recurso a mão-de-obra, na prática, escravizada.
O que se atingiu nas áreas do trabalho e segurança social com a geringonça, e a que nunca seria possível chegar com o PS a governar sozinho, contribuiu para melhorar as condições de vida em Portugal.
No passado dia 25 de Abril, comemorámos a liberdade e logo a seguir, no 1.º de Maio, o trabalho com direitos. E enquanto defendermos Abril, não podemos deixar cair a Segurança Social, a última trincheira de um povo que quer ter futuro.
A direita ficou em transe porque ajudou o primeiro-ministro a tornar-se o melhor defensor da sua posição histórica de que se deve limitar os salários como modo de ajustamento orçamental.