Poucas votações me ficaram tão presas na pele como esta que hoje, quinta-feira, decorreu no plenário em Estrasburgo. A proposta de salvar vidas foi chumbada por dois votos, 290 contra 288.
Muito mais que uma disputa sobre fronteiras, o ataque turco ao Curdistão Sírio e o apoio dado por americanos, russos e europeus a Erdogan é um combate contra a intensidade da democracia assumida pelo autogoverno curdo em Rojava.
Há dois meses, Crato era a estrela que o Governo Bolsonaro apresentava para dar força científica e política ao “programa de alfabetização” que estava a lançar.
Perante muitos mistérios que envolvem o maior derrame de petróleo da história do Brasil, uma coisa é certa: o povo do nordeste deu uma lição ao Presidente que o despreza.
Nem a Esquerda nem a Direita ficaram iguais depois das eleições. No dia seguinte, amanheceu-se num Portugal partidariamente diferente e que reflete o quadro socioideológico português.
Se o Governo continuar a querer fazer os grandes relatórios e os brilharetes e não se dedicar às pequenas coisas, bem pode esperar pelo dia em que alguém olhará para trás.
Há indícios, no trabalho, de estarmos a resvalar para um outro quadro de “princípios” (interesses) organizacionais. Um quadro de "princípios", de interesses, em que "os seres humanos deixam de ser relevantes".