PS, PSD, CDS, IL e Chega chumbaram a proibição de distribuição de dividendos milionários. Preferem que alguns grandes acionistas embolsem o dinheiro que deveria ser utilizado para manutenção e criação de empregos e para a dinamização da economia.
As pessoas idosas merecem uma resposta pública de lares e cuidados domiciliários na prática suportada por mais profissionais especializados que permita a sua autonomia.
Após vários testes, é certo que nossa democracia precisa com urgência de uma Unidade de Terapia Intensiva. Um respirador é urgente e ele se chama impeachment.
Uma reabertura prematura do Pré-escolar não poderá vir a contribuir para desencadear uma segunda vaga epidemiológica? Esta, a acontecer, não irá agravar a situação económica e social? Valerá a pena o risco?
Ricardo Quaresma foi a voz contra Ventura, foi ele, cigano e desportista internacional, que hasteou a bandeira Say No to Racism que deveria estar já à janela da Federação Portuguesa de Futebol com megafone ao alto.
O que se aplica a Portugal aplica-se a todos. Os governos precisam ajudar a cuidar das vidas. Isso tem um preço (mas o custo de não o fazer era maior), é défice e dívida.
A Europa alemã é aquela em que o Tribunal Constitucional português nada pode contra a imposição de austeridade, mas o tribunal alemão tudo pode contra o BCE.
Em tempo de Covid19, a sucessão de noticiários torna-se pesada e deprimente. Infelizmente, é o dia-a-dia, convém ver e ouvir. Mas podemos sempre fazer um exercício de desmontagem a partir do que é dito ou a partir dos silêncios.
Em Portugal, de há algumas dezenas de anos a esta parte, sobre o Trabalho e o Emprego, tem pairado um perverso “signo do D”: do desemprego à desregulamentação de direitos e desta à desregulação social, logo, à degradação das condições de trabalho.
As pessoas precisam de segurança nas suas vidas e o Governo tem de garantir essa segurança e recusar a austeridade que a União Europeia parece querer fazer voltar.