Para César, os trabalhadores dos Açores são peritos no planeamento fiscal e na fuga ao fisco, verdadeiros profissionais do envio de remessas para offshores.
A questão não é a de determinar se Portugal é ou não racista, mas sim a de reconhecer que há racismo em Portugal e a de decidir se queremos um país onde pessoas são quotidianamente discriminadas e excluídas.
É fundamental um novo modelo de desenvolvimento baseado no investimento público estrutural, na redução do horário de trabalho para as 35 horas, sem corte no salário, caminhando para políticas de pleno emprego.
Trabalham de sol a sol, num trabalho sazonal muitas vezes não declarado, com falta de higiene e sem condições de segurança em que persiste o fosso salarial entre homem e mulher.
Não tendo gostado das imagens do incumprimento das orientações para realização das touradas, o diretor regional da Saúde dos Açores cancelou futuros eventos. Mas como é candidato, em menos de 24 horas, deu o dito por não dito.
É preciso criar as bases de uma nova Lei sobre IPSS e Misericórdias, garantindo o seu interesse social, independência e laicidade nas atividades, sempre que tiverem apoio do Estado, e autonomia de decisão e gestão dentro das suas áreas de ação.