PSD, CDS e IL fazem o que disseram que nunca fariam: uma aliança com o Chega. E tudo por vias de um acordo secreto que só Marcelo Rebelo de Sousa viu e que, segundo o próprio Chega, incluirá mesmo uma proposta de revisão constitucional.
O Bloco de Esquerda votou contra o Orçamento do Estado 2021, na generalidade. Das razões apresentadas sobressaem a falha no que concerne ao financimento do SNS e ao apoio social necessário para dar resposta à grave crise sanitária e económica.
Num momento em que a exploração espacial assume um papel cada vez mais relevante na política expansionista das potências mundiais, assistimos a uma preponderância das empresas privadas. Isto levanta uma grande questão: a nova corrida espacial é o reflexo do neoliberalismo mundial?
Há quatro anos, imprevisibilidade e loucura eram dois predicados que ninguém negava a Donald Trump. Nos dias de hoje, de Trump só resta o que tem de louco e de incendiário.
A boa ideia é incluir uma pergunta nos Censos sobre esta matéria: a Segurança Social sugeriu essa possibilidade esta semana. A preocupação resulta da comparação entre esta ordem de grandeza e o número de cuidadores que tem, até agora, estatuto reconhecido e apoio.
A derrotada da noite eleitoral foi a democracia estadunidense. Não pelos ataques de Trump, mas pela quase completa conivência do Partido Republicano à sua política de terror eleitoral.
Cinco anos cansam um Governo, e isso é compreensível, mas não é agora tempo de ajustes de contas. Portugal dispensa manobras que nos desviem do essencial.
O problema da política “do pau e da cenoura” é que, responsabilizando-nos a todos individualmente, pode acabar por atribuir culpas a quem não as tem se o Natal acabar por não correr como o esperado.
Desde a primeira hora o Bloco afirmou que não contribuiria de forma alguma para a constituição de um governo de direita. Reafirmo aqui essa posição. Como corolário desta afirmação, está a disponibilidade do Bloco para viabilizar um programa de governo do PS.
O ardiloso sistema de colocação de professores, que se vira contra ele próprio, tem contornos kafquianos e antecipa o problema real e anunciado da falta de professores na Escola Pública e em todo o sistema educativo.
É hoje óbvio que a pandemia afectou as pessoas de forma diferenciada e que não “estamos todos no mesmo barco”. Porque é que isso acontece e quem são os principais responsáveis por esta desigualdade nos impactos desta crise?
Em abril, quando a pandemia acabava de chegar, já a Galp despedia centenas de trabalhadores. A petrolífera dirá sempre que não despediu, apenas dispensou trabalhadores temporários subcontratados e terminou contratos a prazo.