A atenção internacional só foi captada a partir do momento em que se verificaram lesados estrangeiros - sete mortos no ataque terrorista em Palma, levando-nos a questionar se há preocupação com as vidas moçambicanas quando não se colocam questões de conflito geopolítico.
Se se fizesse o que é necessário, teríamos cooperação reforçada na saúde e financiamento por emissão de dívida. Mas seria preciso sair do deprimentismo.
O recurso à política fiscal para financiar medidas de emergência social é uma solução aceitável, se não conduzir à perda de rendimento de um setor significativo da população e se for orientada por critérios de progressividade das taxas de imposto.
Os prejuízos de quem viveu esta pandemia em idade escolar são irrecuperáveis, mas podem ser mitigados. As contas do Governo é que são outras: uma obcecada contenção orçamental que ninguém entende.
Esta sexta-feira, começa o julgamento no Tribunal de Monsanto com a presidente Inês de Medeiros no papel de acusadora. No banco dos réus sentam-se famílias pobres que ocuparam duas dezenas de casas municipais em Almada.
Portugal é um dos países que mais será afetado pelos efeitos das alterações climáticas, na erosão costeira, nos riscos da subida do nível das águas do mar, de desertificação e de incêndio florestal.
A autorização da venda das barragens pela EDP e a resistência ao reforço dos apoios sociais são opções do governo. Postas lado a lado, tornam-se exemplares.
A democracia tem uma dívida de gratidão para com aqueles homens e mulheres que deram corpo à rutura do campo católico com a ditadura e a guerra colonial. Maria da Conceição Moita – a Xexão – foi um nome maior desse combate.
Mais do prevenir abusos ou “desenhar” a realidade digital, o pacote legislativo avançado pela Comissão Europeia para os serviços e mercados digitais é mais uma proposta que corre atrás do tempo.
São precisas mais respostas sociais para as pessoas em situação de sem-abrigo. Ora, uma petição que aumenta o estigma contra os mais vulneráveis da sociedade é uma petição que mobiliza o ódio e, como tal, é algo que nos deve envergonhar.
Através deste manifesto, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal vem propor ao Governo português que considere três desafios para fazer a diferença no combate à diabetes.