Uma das raízes do processo de degradação democrática é a evolução das lideranças políticas norte-americanas, que sobredeterminam o nosso continente. É aí que está o mando.
Bolieiro não anda à sua velocidade. Tem andando à velocidade do CDS, do PPM e às ordens do chega. E tem toda a legitimidade para andar à velocidade e às ordens de quem quer que seja. Não pode é colocar esta região sob as ameaças e chantagens de quem não sabe o quê e como fazer.
Além de uma atuação tardia e pouco clara nos combustíveis, pouco mais o governo tem feito para responder a este novo cenário macroeconómico. Faltam as respostas aos trabalhadores e às famílias, assim como aos setores económicos mais afetados.
Mais cedo que tarde, a bandeira arco-íris que já ocupa as ruas chegará também aos bafientos gabinetes do preconceito. E a cidade acabará por ter nela, orgulhosamente, mais um dos seus símbolos.
Num momento em que os ataques à memória da Revolução se intensificam, devemos reafirmar o compromisso em continuar a estar na primeira linha, em defesa de Abril e das suas conquistas, sabendo o que representou, representa e representará sempre.
O Bloco de Esquerda nunca pediu que se parasse a obra do Porto de Pipas. Continuaremos a questionar o Governo e a procurar soluções para a salvaguarda e a promoção do nosso património insular.
A luta feminista tem que ser assumidamente anticapitalista, pois o capital continua a recusar-se a sacrificar o bem-estar da maioria elitista para lutar por aquelas que se encontram mais vulneráveis.
O governo regional preocupa-se mais com as diatribes do parceiro Chega e por isso não tem tempo para encontrar soluções para os problemas dos açorianos e açorianas. A paralisação da governação acentua-se cada vez mais, quando é imperioso a implementação de medidas rápidas e eficazes!
Clareza na condenação da invasão e da guerra, na defesa da autodeterminação, na exigência da extinção dos blocos militares, no empenho numa solução negociada que respeite o Direito Internacional e traga a paz de volta.
1% de aumento para pessoal e mais 3,7% para o SNS quando a inflação será de pelo menos 4%. São os três números da estratégia do Governo PS para a Saúde. Não tem nada a ver com progresso ou desenvolvimento.
Se Elon Musk controlar o Twitter, e por via dele Trump, ampliar-se-ão os tradicionais problemas deste tipo de redes, que facilitam os discursos de ódio. O defeito passará a ser o feitio, se já não o era.