Na discussão atual sobre a guerra da Ucrânia tem vindo a debate a existência ou não de um Imperialismo Russo, sendo esta uma das razões que justifica posições diferentes.
Poupanças de curto prazo no investimento no SNS, correspondem a maiores despesas de longo prazo, degradação do serviço público assim como a uma relação de dependência e captura pelos grandes grupos privados da saúde.
Há uma luta a fazer pelo SNS, que tem de ser feita, lado a lado, por cidadãos e cidadãs e por todos os profissionais de saúde, na rua, com alegria, no dia 3 de junho e em todos os dias das nossas vidas.
O fracasso da política de saúde materna do ministro da Saúde, Manuel Pizarro, ficou bem evidente, quando descobrimos que o setor público vai recorrer ao setor privado para dar resposta aos nascimentos no próximo Verão.
O apoio do Governo português ao plano marroquino, como “proposta realista, séria e credível”, sem mencionar a autodeterminação do povo sarauí, é um gesto de abdicação e profunda incoerência.
O jogo é permitir construção amanhã onde ontem não se podia, e as tais casas de habitação pública que, entretanto, forem construídas darão aos distraídos a sensação de que tudo acabou bem. Só que não.
O caso Tutti Frutti, como muitos outros acordos nupciais sem casamento, joga-se a dois e não com todo o espectro do sistema. Mas, ainda assim, coloca em causa a sustentabilidade e confiança de todo o regime democrático.
Carregavam no botão de emergência, as mais das vezes, apenas para ouvir alguém do outro lado. A sua emergência era, acima de tudo, falar - e ouvir outro ser humano.
Em setembro de 2022, o Bloco de Esquerda levou a debate no parlamento dos Açores a proposta para integrar os profissionais de saúde precários, no entanto os partidos de direita rejeitaram a proposta, optando por mandar para o desemprego centenas de trabalhadores.
Nos tempos que correm assistimos nos Açores à construção de uma nova narrativa por parte do governo regional cujo objetivo é tentar justificar as suas falhas e as opções erradas.