Celebremos e defendamos a sesta! Como domicílio, refúgio interior, espaço de desconexão, de exílio, de retirada momentânea. Viva a sesta como trincheira possível contra a colonização produtivista do tempo.
Postos perante o dilema: o balão ou o avião, a Autoridade Nacional de Aviação Civil decidiu "fechar o espaço aéreo do Porto durante o período previsto de maior intensidade de lançamento". E o nosso céu lá se encheu outra vez de balões de S. João, deixando os aeroturistas à espera.
A luta pelo espaço público acessível, democrático e inclusivo não é uma questão meramente local. Trata-se de pôr em causa um modelo ultrapassado, que exclui parte da população portuguesa e que persiste em praticamente todo o país.
A Comissão Europeia e a Europa Nostra atribuiram a Cláudio Torres o Prémio Europeu do Património Cultural Europa Nostra 2023, na categoria “Campeões do Património”, como reconhecimento pelo seu trabalho na promoção, valorização e conservação do património islâmico em Portugal.
A Escola Inclusiva é, desde logo, uma organização profundamente democrática, que acolhe os seus profissionais e onde os professores têm de ser incluídos, participar ativamente e sentir que a sua voz é ouvida e respeitada.
A desertificação de partes da Europa ou África, o degelo polar ou os fenómenos extremos, de que já temos sinais, são consequências do aumento da temperatura. Ou seja, pobreza e guerras.
Desde 2000, a ONU assinala o dia 20 de junho como o Dia Mundial do Refugiado. Neste meu texto quero destacar alguns números que ajudam a ter uma ideia da situação em Portugal, com destaque para as crianças refugiadas e relembrar a tragédia que ocorreu na semana passada no Mediterrâneo.
Cadastro florestal do país? Não existe. Quanto do território está abandonado? Vá-se lá saber. O que está nesses territórios? É tentar adivinhar (se for território florestal a probabilidade de ser eucalipto é elevada).
Pela primeira vez na história decorreu, em Évora, uma Marcha do Orgulho LGBTQIA+. Os atos hediondos de violência que atentaram contra algumas das iniciativas do Évora Pride demonstram que o ódio está ao virar da esquina, mas a onda de solidariedade demonstrou que o derrotará.
As trabalhadoras e trabalhadores do setor social e dos cuidados exigem da Confederação das Instituições de Solidariedade, da União das Misericórdias, da União das Mutualidades e de todas as entidades patronais o aumento real dos salários e exigem que o Governo PS deixe de brincar com as suas vidas.
O poder da maioria absoluta é nefasto e todas as oportunidades são poucas para consolidar uma alternativa. Por isso, a esquerda tem que ser frontalmente contra este regime de privilégios e apresentar-se com uma garantia na defesa dos direitos das pessoas.