Trump gabou-se ter acabado com trinta anos de guerra. Mas o conflito continua, obrigando as populações civis, vítimas das atrocidades perpetradas por todos os lados, a tomar o caminho do exílio.
A nova diretiva de segurança de Donald Trump classifica as convicções anticapitalistas como um indicador de violência política. A ironia: a análise estrutural feita pela esquerda, na verdade, afasta as pessoas de ataques solitários e leva-as à organização em massa por mudanças.
Mesmo que o plano de Trump ponha fim à guerra em Gaza, os palestinianos enfrentarão um vazio profundo e duradouro: de linguagem, esperança e política que se revelaram fúteis diante do genocídio.
Em entrevista ao Democracy Now!, o historiador e vencedor do Prémio Pulitzer Greg Grandin defende que a atribuição deste ano do Nobel da Paz abre terreno à escalada militar e vem fortalecer Nicolás Maduro, ao confirmar “a sua narrativa de que a oposição está aliada ao governo Trump”.
Após a rejeição da sua moção de censura à presidente da Comissão Europeia, o grupo A Esquerda diz que a mensagem ficou dada: “não permitiremos que a democracia seja espezinhada, que a nossa soberania seja cedida ou que o direito internacional seja violado”.
O objetivo da intervenção do governo Trump é que Milei ganhe as eleições intercalares para o Congresso e depois desvalorize a moeda para impulsionar as exportações e trazer dólares. Mas isso também significará o regresso da inflação elevada. Lá se vai a economia da motosserra.
O prazo dado por Macron ao primeiro-ministro demissionário acabou sem nenhuma saída para a crise. Enquanto o presidente não clarifica o que pretende fazer, traçamos o retrato do que está a dividir a esquerda francesa que ainda há pouco tinha saído das legislativas como o campo com mais deputados eleitos.
Numa carta também subscrita por Catarina Martins, apela-se a Roberta Metsola que impeça a Comissão Europeia de aplicar o acordo comercial com Marrocos antes de o Parlamento Europeu se pronunciar.
Nove barcos foram intercetados em águas internacionais e cerca de 145 ativistas sequestrados em condições desconhecidas, denunciam os movimentos que organizaram a missão humanitária. O governo turco diz que é um “ato de pirataria”.
A nova flotilha zarpou um dia depois de as forças navais israelitas terem atacado e apreendido os mais de 40 barcos da Global Sumud Flotilla, Entre os onze navios está o Conscience, que transporta 90 participantes, incluindo pessoal médico e jornalistas de 26 países.
Passaram dois anos desde que o governo de Benjamin Netanyahu lançou a sua campanha genocida em Gaza. Os dados oficiais indicam cerca de 67 mil mortes, mas este número pode estar subestimado, segundo os especialistas.
À medida que os integrantes da flotilha humanitária regressam aos seus países, são relatados mais episódios de abusos dos militares israelitas na prisão. ONU quer investigação.
Terá pela frente o desafio de convencer a apoiá-lo dois partidos políticos ainda mais extremistas do que ele. Este é um retrato do admirador de Trump que foi colaborador da polícia política do anterior regime, comprou a empresa que geriu com dinheiro de origem desconhecida e construiu um império mediático que o ajudou a alcançar o poder.