A situação na CGD não vai ter um final feliz, desde logo para a Caixa. Mas, também, para os seus administradores, primeiro-ministro, ministro das finanças.
O PS volta a colocar esta norma no debate do OE 2017, que deixaria o Tribunal de Contas de mãos atadas em situações de comprovada existência de um ato financeiro ilegal.
A corrida aos depósitos, peça fundamental no apocalipse marquesmendiano, saldou-se na mesmice financeira de um país hipotecado: ninguém corre ao que não tem.