Continuamos a assistir à satisfação das necessidades de uma elite açoriana que se serve dos Orçamentos da Região e dos Fundos Estruturais para acumular riqueza.
É inaceitável que aquele que foi escolhido para presidir aos destinos de uma empresa que é de nós todos, se tenha comportado como o dono de uma quinta.
O facto é que Domingues, que se queixa de que essa lei foi feita contra ele, não percebe que todo o país sabe que estes administradores têm estado a exigir uma lei ad hominem para si próprios.
Sabemos que o combate ao Dakota Access Pipeline nos Estados Unidos é o combate às concessões da Repsol, da Partex, da GALP, da Kosmos, da Portfuel, da Australis.
António Costa reconheceu que a EN125 era um “cemitério”, prometeu estudar o contrato da PPP e até levantar as portagens na A22. Até hoje ainda não cumpriu o que prometeu.
Pode o centro, um dia apresentado como “centro vital” e condição da democracia, sobreviver à sua decrepitude e recompor o mundo? Deve a esquerda vergar-se à virtude do centro?