Julgo que o RBI será mais uma armadilha do que uma oportunidade, não obstante um dos seus argumentos mais sedutores, ser a liberdade que proporciona para fazermos e procurarmos o emprego que mais nos agrade.
Tal como o Estado deve privar alguém da liberdade de ser remunerado abaixo do salário mínimo (...) as Universidades devem impedir o trabalho docente não-remunerado.
O governo de António Costa escolheu o Acordo de Concertação Social, cirurgicamente apresentado em época de descontração natalícia, como a "chave de ouro" de um ano promissor.
Enquanto não for alterado o paradigma, que vitimiza as mulheres e crianças obrigando-as a fugir de casa (…) iremos continuar a ler notícias que referem que há a probabilidade de um determinado número de mulheres virem a ser assassinadas.
Se a empresa Fabrióleo quer continuar na mesma área de produção, tem que cumprir a legislação e não o pode fazer à custa de recursos naturais que não são seus, nem à custa da perturbação da qualidade de vida dos seus vizinhos.
O ano 2017 poderá significar um ano de conflitualidade social em contraponto à “acalmia social” tão elogiada pelo Presidente da República e pelo governo.
Entre as empresas estrangeiras contempladas com incentivos fiscais está a Celtejo, a empresa de Vila Velha de Ródão que, segundo o próprio Governo, vem poluindo gravemente o rio Tejo.