Opinião

Marisa Matias

A covid-19 infectou a globalização que já dava muitos sinais de doença. Os desafios são mais do que muitos, desde a retoma do multilateralismo, ao reforço das solidariedades e da democracia, à desmercantilização das relações sociais.

José Soeiro

A partir de 1 de junho, dizem as notícias, os aviões já poderão voar cheios. “E os teatros, senhores?! Não conheço melhor espaço para voar do que os teatros...”, perguntava António Capelo, ironicamente, nas redes sociais.

José Manuel Pureza

De mãos dadas com o novo normal, há esse velho normal da desigualdade. E é nesse velho normal que se está a disputar o que vai ser a vacina contra a Covid-19.

Pedro Filipe Soares

Será possível que André Ventura e o Chega tenham sido financiados pelo movimento evangélico neopentecostal? Se isso aconteceu é gravíssimo, além de ilegal.

António Lima

Esta semana soubemos que o Governo Regional adjudicou à Ryanair a promoção dos Açores no Reino Unido por um valor que pode chegar a 1,1 milhões de euros mais IVA.

Nuno Veludo

Apesar de sabermos que a mobilidade das cidades deve ser profundamente alterada, tem faltado a coragem e audácia para fazer avançar as mudanças necessárias. Porque não agora?

Francisco Louçã

A peste tem estado sempre presente na literatura. Não surpreende que regresse agora, não só pelo nevoeiro atual como porque provoca choques civilizacionais.

Ricardo Moreira

A crise social criada pela Covid-19 é muito diferente de tudo o que já vimos e a fome bateu nas ruas com uma velocidade colossal.

Pedro Soares

Há um país de operários e operárias fabris, de baixos salários, de precariedade, de habitações sem condições, de apoios sociais indigentes, que não consegue resguardar-se, que está a ir massivamente para o desemprego e que é o país que mais sofre com as crises.

Ricardo Moreira

A questão não é, nunca foi, se a rádio morreu, se a televisão já era ou se as redes sociais são o futuro, a questão é o humor e como nasce, sempre novo e diferente, mesmo em alturas de medo.

Catarina Isabel Martins

Pensar o “novo normal” não pode ser um falso salto para tornar a formação e a investigação num negócio, desigual e assente na exploração, bem como em modelos de gestão que reforçam o autoritarismo e diminuem os direitos ao trabalho e à educação.

Luís Fazenda

É lamentável que o PS, pela segunda vez, não patrocine nenhuma candidatura a Belém, faltando descaradamente ao jogo democrático apenas para evitar algum revés indireto do primeiro-ministro num pleito que nem sequer condiciona a ação governativa.