O sector paralisou com a crise pandémica, mas não parou a sua capacidade de pensar e apresentar propostas. A articulação entre as estruturas representativas do sector pode ser determinante para encontrar caminhos e soluções.
A direita julga-se no direito de decidir o que é a história, o que se pode ou não ensinar. Nuno Melo e o CDS decidem o que é ou não a história, decidem o que é história, o que é “marxismo cultural”.
Foi com uma incomensurável perplexidade e espanto, que ouvi noticiar que as creches e os estabelecimentos de Educação Pré-Escolar iriam reabrir a dezoito de maio, e um de junho respetivamente.
O problema dos ciganos é o “os”, esse “os” generalizador que é sempre instrumento de estigmatização coletiva e de desdiferenciação do que é heterogéneo. A estratégia da extrema direita começa aí, nesse uso de amálgamas para estigmatizar grupos inteiros.
Ficou desmontada a intrujice. Ele e os seus donos podem ter a certeza disto: nem passará o racismo que apregoa, nem a promiscuidade entre política e negócios que representa.
PS, PSD, CDS, IL e Chega chumbaram a proibição de distribuição de dividendos milionários. Preferem que alguns grandes acionistas embolsem o dinheiro que deveria ser utilizado para manutenção e criação de empregos e para a dinamização da economia.
As pessoas idosas merecem uma resposta pública de lares e cuidados domiciliários na prática suportada por mais profissionais especializados que permita a sua autonomia.
Após vários testes, é certo que nossa democracia precisa com urgência de uma Unidade de Terapia Intensiva. Um respirador é urgente e ele se chama impeachment.
Uma reabertura prematura do Pré-escolar não poderá vir a contribuir para desencadear uma segunda vaga epidemiológica? Esta, a acontecer, não irá agravar a situação económica e social? Valerá a pena o risco?
Ricardo Quaresma foi a voz contra Ventura, foi ele, cigano e desportista internacional, que hasteou a bandeira Say No to Racism que deveria estar já à janela da Federação Portuguesa de Futebol com megafone ao alto.