Opinião

José Manuel Pureza

O reforço da oferta de cuidados paliativos pelo Serviço Nacional de Saúde é essencial. A insuficiência da oferta destes cuidados em Portugal é escandalosa.

Quando o Bloco negociou o Orçamento para 2021, o PS rejeitou criar uma prestação que garantisse que ninguém cairia na pobreza. Enquanto isso, guardava uma gigantesca folga de 2020. A obsessão do PS pela consolidação orçamental é patológica.

Miguel Guedes

Enquanto se discutem os pequenos descuidos e os enormes abusos no processo de administração de vacinas em Portugal, a grande ilusão está na forma misteriosa como as empresas farmacêuticas driblam os acordos firmados.

Luís Monteiro

Inacreditavelmente, está neste momento um processo em curso por parte do Porto de Leixões para o despejo deste estaleiro, instalado nas margens ribeirinhas do Douro, ao lado do Cais de Gaia.

Manuel Grilo

Ao invés da preocupação excessiva com a avaliação e os exames, temos de privilegiar o ensino e as aprendizagens efetivas de cada um dos alunos e das alunas. O nosso compromisso para com as nossas crianças e jovens tem de ser total. Ninguém pode ficar para trás.

Pedro Filipe Soares

Sendo certa a análise de Pedro Nuno Santos, a pergunta que fica é o que fará dela. É que os “bloqueios externos e internos” resultam das escolhas ideológicas às quais o PS se rendeu.

Francisco Louçã

O défice de profissionais no SNS é enorme. Esta dificuldade, criada pelas aposentações, mas também pela saída para os privados, é uma grave limitação dos serviços de saúde. O primeiro-ministro escolhe negar um problema que diz que não existe, uma vez “alisados” os números. Faz mal.

José Soeiro

São 22 mil as pessoas que recebiam o subsídio social de desemprego em dezembro e que, em janeiro, ficaram sem qualquer apoio. A situação é de desespero, e não exagero nas palavras.

Joana Mortágua

Esta seria uma oportunidade para prolongar o suspense até ao final do artigo mas sinto-me na obrigação de um spoiler alert: o Ministro das Finanças é João Leão.

Nuno Pinheiro

A luta contra os movimentos de extrema-direita tem que ser de todos, das minorias que eles atacam, sim, mas também daqueles a que querem tirar direitos laborais, dos outros a quem querem impor a censura, dos a quem querem dificultar o acesso à escola, à saúde. É uma luta de todos.

Deveria ser proibido que um órgão de decisão política da União Europeia, ou a sua presidência, fossem patrocinados por interesses privados, mas, não sendo, são um atentado à transparência.

Marcela Uchôa

As diversas lutas que fizeram com que o país tenha vindo a conquistar um lugar de destaque na luta por igualdade de género, não se refletem num real respeito a voz e a representatividade das mulheres nesses espaços.