"Se não for agora, quando será?" é o slogan da Federação Internacional da Diabetes sobre a necessidade de melhorar o acesso aos cuidados de saúde às pessoas com diabetes.
De hoje em diante o movimento pela justiça climática tem de olhar para a COP como o movimento antiglobalização olhava para a Organização Mundial do Comércio ou para o G20.
A identidade da maior parte da população está agora ancorada no seu reconhecimento por via das plataformas das poucas empresas que constituem a oligarquia desta infraestrutura em rede.
Com a lei agora discutida, a pandemia terminou para o perdão de penas, os indultos excecionais ou as licenças de saída administrativa especial. Mas continuará a ser pretexto para limitar direitos do dia a dia que a lei atribui aos cidadãos reclusos.
A cimeira de Glasgow, à semelhança das anteriores, é pouco mais que um desfile de promessas e de propaganda verde vindas dos principais governantes e empresários mundiais.
É muito mau o sinal dado pelo Governo português ao não comparecer à chamada mundial pelo clima, sendo Portugal o país europeu mais ameaçado pela subida do nível médio do mar e dos que mais sofrerão pelo risco de incêndio. Acaba por legitimar as ausências dos chefes de governo de países poluidores.
Não, não é o orçamento mais à esquerda e o PS recusou qualquer tipo de negociação para colocar esquerda no orçamento. Lamentável. Vamos ver qual o resultado deste puro calculismo.