Sociedade

Embalados por uma proposta do governo de direita que viram com bons olhos, vêm agora propor facilitar mais os despedimentos ou aumentar horários de trabalho.

Centenas de pessoas juntaram-se em Lisboa para exigir soluções urgentes para a crise da habitação. Vida Justa entregou ao Governo uma carta com milhares de assinaturas e o apelo: parar os despejos, garantir uma vida digna.

Esta terça houve uma primeira paralisação mas está já marcada greve para os próximos dias 8 e 9. O sindicato lembra que “apesar dos anúncios de pujança económica e investimentos na modernização os trabalhadores estão há dois meses sem receber salário”.

SIMA apresentou queixas-crime contra a Menzies e a TAP por violação da lei da greve e práticas laborais ilegais. As denúncias incluem substituição de grevistas, salários abaixo do mínimo e riscos para a segurança operacional.

Mais de mil pessoas protestaram no Porto contra a detenção de imigrantes sem crimes. A manifestação exigiu direitos iguais e o fim da perseguição aos imigrantes.

Em vez de criar uma rede pública de creches e de alargar a rede pública da educação pré-escolar, o governo prefere favorecer as redes privadas denuncia a federação sindical dos professores.

Apesar das tentativas, a Provedoria da instituição não dá garantias de pagamento o que fez os trabalhadores concentrarem-se esta segunda-feira em frente ao Lar de São Francisco.

O Sindicato dos Jornalistas considera uma “ignomínia” que a administração tenha pedido para os despedidos continuarem a trabalhar sem garantia de salário e teme que prepare uma venda “a preço de saldo” dos títulos da empresa “sem “o inconveniente e o incómodo” de existirem pessoas a quem pagar salários e garantir direito”.

Foi uma figura central da arquitetura e do urbanismo em Portugal, áreas em que deixou marcas profundas, acreditando deverem estar ligadas às necessidades reais das comunidades e ao combate às desigualdades sociais.

Perto de 200 trabalhadores escreveram uma carta à aberta à ministra Rosário Ramalho. Dizem que cumprem funções essenciais ao Instituto de Segurança Social mas este mantém-nos em contratos a termo o que é uma “violação dos princípios do Estado de direito” e contradiz os discursos oficiais de combate à precariedade.

Um inquérito do ISCTE a pessoas com deficiência mostra um sentimento generalizado de discriminação e que 40% vive com rendimentos abaixo do salário mínimo. Metade desses dependem da Prestação Social para a Inclusão que tem o valor de 324,55 euros.

O movimento diz que Ricardo Leão pretende “desacreditar e reprimir a organização popular, como se fosse crime participar na vida política e reivindicar direitos”. Para ele, “o que é criminoso não é lutar por justiça. É ignorar quem já vive há décadas em bairros esquecidos”.

Os lucros da empresa que pertence à multinacional francesa Forvia têm aumentado aos milhões a cada ano. Para os trabalhadores sobram “tostões”. O sindicato queixa-se de falta de resposta negocial.

Para reduzir custos, a seguradora anunciou que mudaria a empresa subcontratada para atendimento a clientes. O sindicato diz que a manutenção dos postos de trabalho devia ser assegurada de acordo com a lei.

A dona da Zara, Pull&Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho e Zara Home tem retroativos em atraso desde 2019 e continua sem atribuir descanso compensatório por domingos ao trabalhadores do distrito do Porto, direitos que constam no contrato coletivo de trabalho denuncia o CESP.

Desde a pandemia, os preços dos alimentos aumentaram 33,5%. As frutas subiram 43,1%, a carne 38,4% e o pão e cereais 33,5%. A inflação na comida é bem superior do que na média de todos os produtos.

A atual ministra da Administração Interna tinha-se apoiado na argumentação dos patrões para fazer um pedido de fiscalização da constitucionalidade desta norma do Código do Trabalho. O Tribunal Constitucional decidiu não haver qualquer inconstitucionalidade.

Os trabalhadores da Função Pública foram à residência do primeiro-ministro entregar um caderno reivindicativo do qual se destaca a proposta de um aumento salarial de 15% com um mínimo de 150 euros.

Estes trabalhadores recebem apenas “salários de miséria” da multinacional que embolsa milhares de milhões de milhões denuncia o CEPS que também fala em condições de trabalho insalubres e perseguição ao sindicato.

Num ano, o número de despedimentos coletivos aumentou 35%. A tendência de aumento persiste há três anos e o setor mais afetado é a indústria.