Sociedade

O Diário de Notícias descobriu que se for utilizado um IBAN diferente da pessoa que assina o contrato, a seguradora cobra sem pedir autorização, o que pode dar lugar a fraudes.

Há 150 trabalhadores precários que deveriam estar nos quadros e falta contratar muitos mais, o que “provoca stress e burnout nos poucos que asseguram as funções” denuncia o sindicato que acusa a Câmara da Amadora de falta de respeito.

A central sindical pretende fazer crescer “uma ampla frente de luta” para se opor ao pacote laboral do governo de direita. A resolução do Conselho Nacional da estrutura abre a porta à realização de uma greve geral.

Numa carta aberta, os signatários reagem às ameaças do governo israelita contra a missão humanitária e apelam ao Governo para as repudiar e aplicar sanções a Israel. Marisa Matias, Rui Tavares, Bruno Dias, Inês Sousa Real e Ana Catarina Mendes estão entre os dirigentes políticos que subscrevem o apelo.

Nos primeiros sete meses do ano registaram-se a 332 despedimentos coletivos, a grande maioria nas regiões do Norte e Lisboa e Vale do Tejo. Número de trabalhadores afetados até ao fim de julho supera o dos anos inteiros de 2021, 2022 e 2023.
 

Na sua página, a multinacional japonesa gaba-se de ter tido neste ano fiscal receitas consolidadas de 28 mil milhões de dólares. Quando Luís Montenegro visitava o Japão, enviou uma carta aos trabalhadores a justificar que a conjuntura económica implica este despedimento coletivo.

Trabalhadores da PSA Sines e Labor Sines iniciaram esta segunda-feira uma nova greve parcial contra a mudança dos horários de trabalho e por melhores condições de trabalho.

Fernando Alexandre garantiu na abertura do ano letivo que não havia falta de professores em mais de 98% das escolas. Números oficiais vêm ao encontro dos dados avançados pela Fenprof.

Em 2024, a rede de lojas de artigos de decoração para o lar empregava perto de cem trabalhadores. Depois da falência da casa-mãe belga, foi a vez da sucursal portuguesa encerrar de vez deixando dívidas a dezenas de trabalhadores, à Segurança Social, ao Fisco e a muitas outras empresas.

No Porto e em Lisboa, trabalhadores de todo o país juntaram-se contra o pacote laboral. Catarina Martins considera que é preciso um “sobressalto cívico”.

Sindicato e comissão de trabalhadores tinham levantado questões de segurança à empresa em várias ocasiões. Esta última pediu uma reunião a Carlos Moedas há dois anos que nunca se realizou. O papel da empresa de manutenção dos elevadores de Lisboa continua a gerar dúvidas.

A situação é pior este ano, destaca Fenprof, numa altura em que um estudo mostra que metade dos jovens professores ponderaram mudar de profissão. Análise a contratações mostra que no norte há colocações e professores profissionalizados, no sul falta de professores e colocação de professores sem formação ou experiência.

Milhares de imigrantes manifestaram-se em Lisboa para exigir documentos e o fim das injustiças na regularização. Detenções ilegais e problemas com sistema de sinalização do espaço Schengen são dois problemas principais.

Fernando Alexandre desvalorizou o direito à manifestação em frente a uma plateia de estudantes do Secundário. A Fenprof respondeu-lhe esta quarta-feira lembrando que a luta dos professores “foi sempre determinante para a conquista de legítimos direitos, a resolução de problemas e a melhoria da condição docente”.

A obsessão de dificultar o acesso à nacionalidade portuguesa a imigrantes residentes no país não bate certo com os números. Estes mostram que a procura de obtenção de nacionalidade está a aumentar é entre descendentes de portugueses que vivem no estrangeiro.

Há pelo menos outros mil trabalhadores com o emprego em risco nestes setores no Vale do Ave por as suas empresas enfrentarem processos de insolvência. Para além desta região, em Aveiro e Braga também se vive uma onda de despedimentos e falências pós-férias.

Ao continuar a participar na Eurovisão ao mesmo tempo que Israel mantém o massacre na Palestina, a RTP não fica neutra perante a situação, mas torna-se cúmplice.

Gil Ribeiro e Beatriz Realinho

Dossier publicado na revista “Que força é essa?” analisa as propostas do Governo para enfraquecer os direitos dos trabalhadores e generalizar a precariedade. Sábado, dia 8 de novembro, há marcha nacional da CGTP em Lisboa contra o pacote laboral.

Vigilantes ao serviço na Câmara Municipal de Almada continuam sem receber o subsídio de férias. Caso arrasta-se desde janeiro, após a transferência do contrato da empresa PSG para a Prestibel.

Encarregados de educação, alunos e professores têm um início de ano dificultado. Entre o aumento das despesas com material escolar, a falta de condições nas escolas e a desvalorização da carreira docente, o regresso às aulas é uma dificuldade real.