feminismo

Em A Cidade das Senhoras, Pizan defende a capacidade intelectual das mulheres e o seu direito de acesso à universidade e à política.

Pilar Godayol

200 associações francesas convocaram manifestações em várias cidades do país este domingo para denunciar o perigo da chegada da extrema-direita ao poder.

Ao lançar nova edição da obra, Silvia Federici relembra a sua trajetória e angústias, em busca dos nexos entre o capitalismo e a opressão das mulheres. O seu livro tornou-se uma arma para desvendar a selvajaria renovada do patriarcado – e revertê-la.

Silvia Federici

Nós, que pretendemos emancipar as mulheres da hierarquia de género, precisamos tornar-nos mais conscientes de que operamos num terreno que também é povoado por forças mercantilizantes, defende a filósofa norte-americana.

Nancy Fraser

A escritora e feminista inglesa Alva Gotby analisa no seu trabalho mais recente o papel das emoções na perpetuação do sistema capitalista. E mostra que o trabalho emocional, maioritariamente realizado por mulheres, não só garante o bem-estar individual, mas também reforça as hierarquias de poder.

A normalização da extrema-direita não se faz pela metade, ela arrasta a normalização das suas ideias sobre as mulheres, os seus corpos, os seus direitos. Por Cecília Honório.

Catarina Ramalho e Manuela Tavares alertam para os entraves no acesso ao aborto e assinalam como, nesta reta final de campanha, o 8 de Março se revela o que sempre foi: um dia de luta.

Na véspera do 8 de Março, Mafalda Brilhante, Merita Fortes, Ana Brito Jorge, Deolinda Martin falam-nos sobre a importância de lutar por uma sociedade que assume os cuidados como um trabalho formal e valorizado.

Na véspera do 8 de março, o Esquerda.net recolheu o testemunho de mulheres ativistas sobre a importância de ocupar o espaço público esta sexta-feira. Neste artigo, Helena Pinto fala-nos sobre as violências contra as mulheres e sobre a urgência de garantir que não voltaremos atrás.

Pela liberdade de todas, Aveiro, Barcelos, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Guimarães, Horta, Leiria, Lisboa, Porto e Viseu reforçarão esta sexta-feira nas ruas o compromisso de que não será dado nem um passo atrás.

Por 493 votos a favor e 30 contra, os deputados franceses aprovaram a inclusão na Constituição da "liberdade garantida" das mulheres poderem recorrer à interrupção voluntária da gravidez.

A marcha feminista deste ano coincide com os 50 anos do 25 de Abril e também com o último dia da campanha eleitoral. Ativistas querem encher as ruas e defendem que "um país mais feminista é um país mais livre e mais justo para toda a gente".

Estamos a criar um território comum que serve como ponto de encontro para todas as lutas sociais. Esta é nossa força e, ao mesmo tempo, o presente e o futuro do movimento feminista. Entrevista a Silvia Federici.

Esta forma invisível e subtil de violência leva a vítima a duvidar da sua própria memória e a questionar constantemente a sua sanidade. Por Alejandra Mateo Fano.

Este sábado, a Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, com início no Intendente, pelas 15h, sai às ruas de Lisboa “numa situação internacional muito difícil em que milhares de mulheres e crianças palestinianas estão a ser dizimadas por Israel em atos de violência extrema”.

Como a tentação capitalista de crescer a violar todos os limites ameaça agora a reprodução da vida. Porque o sistema, na sua fase financeirizada, namora com a “emancipação” feminina. Quais as vias para relações de género pós-capitalistas. Artigo de Nancy Fraser.

Neste artigo, Bruna Della Torre analisa o tema da submissão na filosofia política a partir de Simone de Beauvoir e Manon Garcia.

O filme faz parte de uma campanha de femvertising baseando-se numa retórica pós-feminista da “feminilidade poderosa” que na verdade reproduz clichés sexistas. Por Kévin Bideaux.

De acompanhantes dos homens que partiam, elas passaram a pioneiras na migração e provedoras das famílias que ficam para trás. Enfrentam desigualdade e discriminação. Resistem. A ciência social começa, enfim, a vê-las. Por Aurélie Leroy.

Caras feministas liberais, não deixem cair a agenda que conseguiram consensualizar com as outras, as incapazes de esquecer que mais de um quarto das mulheres portuguesas vive com o salário mínimo.

Cecília Honório