Política

Moisés Ferreira afirmou que “não ter medidas que cheguem às áreas mais afetadas pela pandemia é condenar à falência vários setores de atividade e é condenar ao desemprego os seus trabalhadores”. E assinalou que faltou ao Governo “a coragem para exigir” ao setor privado da saúde o que tem exigido ao país.

Investigação da Comissão Europeia diz que foram atribuídas vantagens fiscais a empresas que não contribuem para a criação de atividade económica real e de emprego. “É um regime criado para permitir e favorecer o abuso, como dizemos há anos”, frisa Mariana Mortágua.

Candidata presidencial lembra que o Tribunal dos Direitos Humanos deu seguimento à queixa de seis crianças e jovens portugueses contra 33 países por permitirem a escalada da crise climática. Jovens “sabem bem a ameaça que pende sobre o seu futuro e não baixam os braços", frisa.

À saída da reunião com o Presidente da República, Catarina Martins defendeu a necessidade de “medidas de generalização de testagem” e lamentou a ausência de uma "adequada comunicação do risco" de contágio e "das causas da transmissão" desta doença.

A deputada Isabel Pires critica a “imposição” de despedimentos sem alternativa e apresentou um requerimento potestativo para que o Ministro das Infraestruturas apresente na Assembleia da República o Plano de Reestruturação que continua sem ser público.

Catarina Martins afirmou que o Bloco assume o compromisso de trabalhar para esse acordo, com vista à regulamentação da Lei de Bases da Saúde, à criação do estatuto do SNS e à garantia de que temos mais médicos e de que todos os profissionais de saúde de que o país precisa são vinculados.

Decorreu no dia 27 de novembro, através das redes sociais do Interior do Avesso, o debate “Caminhos do Interior – Que estratégia para os Transportes Públicos no Interior?”. Os oradores concordaram que é essencial um forte investimento nos transportes no Interior, nomeadamente na ferrovia. Notícia publicada no Interior do Avesso

O partido acusa o executivo municipal de “ignorar a contestação social" contra as touradas em Santarém e “desinvestir na cultura local e nos artistas da região”.

Mariana Mortágua relembra que “nenhum contrato é quebrado por esta medida”, e que “a questão central é saber se a Lonestar está a violar o contrato”. Para a deputada, “preocupa-nos muito a estabilidade do setor financeiro e essa estabilidade não se consegue não perguntando, não sendo exigente ou à custa de se proteger negócios obscuros”.

Com a decisão do parlamento, o governo é obrigado a esperar os resultados da auditoria à gestão do Novo Banco para poder autorizar uma nova injeção de capital. António Costa procura dramatizar a situação. Leia aqui algumas perguntas e respostas sobre as razões e as consequências da aprovação da proposta do Bloco de Esquerda.

O vereador bloquista Manuel Grilo defende que a fatia do contributo da autarquia lisboeta seja este ano destinada ao apoio às empresas em dificuldade na capital. Paddy Cosgrave anunciou que a Web Summit de Lisboa terá concorrente no Brasil em 2022.

Mariana Mortágua afirmou que a proposta do Bloco aprovada esta quinta-feira é "uma medida que permite ao Parlamento ter algum controlo sobre as contas do banco e sobre a forma como este está a ser gerido”.

Leia aqui o documento aprovado pela Mesa Nacional a 25 de outubro com o balanço das negociações e a explicação do voto do Bloco no Orçamento de Estado para 2021.

Catarina Martins fechou o debate do OE’2021 afirmando que ele pertence a um tempo "em que era possível acreditar que ajudas mínimas aguentariam o emprego". E sublinhou que "ao falhar na saúde, o governo falha ao país". Leia aqui a intervenção na íntegra.

O Governo pressionou, o PSD Madeira mudou o sentido de voto duas vezes, mas acabou tudo por ficar na mesma: a transferência de verbas para o Novo Banco sem auditoria foi travada pela proposta do Bloco. Mariana Mortágua disse que aprovar a proposta do Governo seria “voltar a enganar os portugueses”.