Opinião

Alice Brito

Na guerra do Peloponeso Esparta ganhou a Atenas. Mas foi Atenas que sobreviveu até aos dias de hoje. Com democracia.

Cecília Honório

A chave do novo poder está à mão: selecção dos alunos no 4.º ano, ou no final do 2.º ciclo ou do 3.º e, o tempo dirá, integração das classificações destas provas na avaliação dos professores.

José Manuel Pureza

Toda a indignação é legítima. Não pela frivolidade e pela leviandade interessada irresponsável das agências de rating, mas contra as opções de política de empobrecimento que lhes serve de pasto.

Mariana Santos

O papel das três principais agências de notação financeira na crise de dívida soberana na Europa pode hoje servir de ilustração à tese da performatividade da teoria económica.

José Soeiro

Esta semana estou em Milão a trabalhar numa prisão, a convite de uma associação amiga que faz intervenção através da música e do teatro.

João Ricardo Vasconcelos

O corte de rating é infelizmente mais um murro no estômago de todos aqueles que, para não variar, andam a pagar a crise em Portugal. Mas representa sobretudo uma bofetada ideológica nos sectores que defendem que o problema se resume a termos vivido “acima das nossas possibilidades”.

Immanuel Wallerstein

Os palestinianos estão a trabalhar para obter o reconhecimento formal da sua soberania na reunião de Outono da Assembleia Geral das Nações Unidas. A sua intenção é solicitar uma declaração de que o Estado existe dentro das fronteiras de 1967, anteriores à guerra israelo-palestiniana.

José Casimiro

A proposta de criação de um «contrato único» de trabalho é uma das novidades, inserida no programa do governo PSD/CDS, recentemente discutido no Parlamento.

Catarina Oliveira

O ministro Santos Pereira disse que "tudo vai fazer" para combater aquela que é a pior taxa de desemprego dos últimos 100 anos. Mas quem se detiver no programa do Governo, confirma que de intenções está o inferno cheio.

Catarina Martins

Hoje os combates centrais em Portugal e na Europa são dois: contra a bancarrota e em defesa da democracia.

João Semedo

O programa do governo dedica 2051 palavras à política de saúde, melhor dizendo, ao sistema de saúde. O programa não é sobre os problemas do SNS e as medidas para a sua modernização e desenvolvimento mas sobre a redução de direitos e a privatização de centros de saúde e hospitais.

Fabian Figueiredo

Aos três PEC’s, depois da oportuna interrupção, juntou-se-lhe um quinto ainda mais agressivo, com a amnésia que se exige a quem aprova este e diabolizou o anterior.