Opinião

Bruno Góis

O Povo da Palestina sofre e, com ele, também as e os israelitas anti-guerra que se manifestam contra a política sionista e militarista do seu governo.

Heitor de Sousa

O atual Governo tem prosseguido uma política de destruição dos transportes públicos.

Sofia Roque

No campo da investigação científica, a estratégia do Ministério de Nuno Crato e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) caminha num só caminho: o da ruína.

Immanuel Wallerstein

Um é uma partição do Iraque em três estados étnicos autónomos (pelo menos de facto, talvez formalmente). O segundo é um estado iraquiano reunificado e inclusivo, baseado no nacionalismo iraquiano.  

José Manuel Pureza

A reestruturação da dívida, sem ser uma panaceia, é um passo essencial para a retoma do desenvolvimento e para a abertura de caminhos de mobilização nacional.

João Camargo

Passos Coelho aproveitou o regresso dos Monty Python à atividade para, centenas de milhares de desempregados e exilados depois, dizer que pretende que o país se torne uma “sociedade de pleno emprego”.

Adriano Campos

O Bloco de Esquerda foi o único partido que não integrou a comitiva de deputados que receberam Filipe VI na Assembleia da República.

Miguel Guedes

O FMI reconhece ter havido "custos desnecessários" das políticas de ajustamento sem reestruturação da dívida, assumindo a existência de "erros técnicos e de cálculo" sobre o impacto das "políticas de choque" e da austeridade servida à força da chibata a portugueses, gregos e irlandeses.

Rita Gorgulho

Se temos o direito de ter uma escola pública acessível a todas as crianças, temos a obrigação de as vacinar. E digo obrigação porque acredito que este é um ato de saúde pública e que defende o interesse e bem estar de todos.

Bruno Maia

Hoje é dia de greve! Dos médicos! Podia ser uma greve dos enfermeiros também! Ou uma greve dos técnicos de saúde! Ou mesmo dos utentes! Estes dois dias de greve reivindicam muitas alterações na carreira médica ou na organização do trabalho médico! Mas vão muito mais longe!

Cecília Honório

O reconhecimento da violência doméstica como crime público, em 2000, foi um ganho de civilização. Muita coisa mudou em 14 anos, mas as mulheres continuam a morrer ou a serem obrigadas a fugir de casa para se defenderem dos agressores.

João Teixeira Lopes

O governo da Guiné Equatorial mata, tortura, silencia. A CPLP, pela voz do seu secretário-geral considera que não podemos avaliar o respeito pelos Direitos Humanos naquele país, pois tudo o que diz respeito a esta matéria é sempre relativo…