A precariedade é uma escolha política com um objetivo claro: baixar salários e desarticular as formas de proteção e de solidariedade que os trabalhadores foram construindo nas últimas décadas.
Pela primeira vez o casamento homossexual foi aprovado por referendo. Aconteceu na Irlanda, no passado dia 22 de Maio. O sim obteve mais de 62% dos votos. Os irlandeses estão de parabéns. Em Portugal continuaremos a exigir o direito à adoção por casais homossexuais.
Os clientes do AtivoBank receberam uma newsletter com um objetivo especial: fazer uma descrição detalhada da dificuldade de acesso à água a nível mundial para incentivar os clientes deste banco do grupo BCP a investir em empresas que atuem no setor da exploração e comercialização da água.
Alguns observadores encontraram grandes diferenças entre o exercício do governo e o dos 12 economistas do PS quanto às orientações de política económica para a próxima legislatura. Na realidade as diferenças existem, mas não são tão significativas como parecem à primeira vista.
A redução do horário de trabalho dos avós, para que estes tenham mais tempo para ajudar os pais e mães com os seus netos, não tendo nada de mal em si mesmo, sem medidas de fundo associadas, é mais uma forma de o Estado se demitir dos seus deveres sociais.
O programa do PS propõe a imposição de uma quota de um terço de mulheres nos cargos de direção das empresas cotadas em Bolsa, mas dispõe-se a abdicar da quota de representação das mulheres no parlamento, uma lei que tem sido um sucesso.
No complexo militar “Y-12”, onde se produz e armazena todo o urânio enriquecido para as ogivas nucleares dos EUA, três ativistas pela paz do movimento Plowshares, em 28 de julho de 2012, enganaram os sistemas de segurança e chegaram ao coração do complexo.
Porfírio Dias, membro do secretariado nacional do PS, retomou o debate à esquerda sobre a proposta de complemento salarial. Mas de que complemento falamos, afinal?
Fora diversas medidas para apoio a desempregados/as e programas de ocupação sustentados por dinheiros públicos, o número de trabalhadores a tempo inteiro, nos Açores e no último ano, diminuiu, e o novo emprego é, preferencialmente, a tempo parcial.
Estes exames perturbam o trabalho dos professores nas salas de aula e alteram a avaliação dos alunos de uma forma não mais completa ou rigorosa. Os professores estão a treinar para os exames, em vez de estarem a dotar os alunos de conhecimentos e capacidades importantes.
Podemos permitir-nos comer sem medo? Opino que não. É necessário perguntarmos por que comemos o que comemos, como foi produzido, o que contém, de onde vem, a quem interessa que seja assim. E perante tanto controle alimentar, que pessoas estão à frente?