Opinião

Miguel Guedes

O líder partidário há mais tempo no activo anunciou um novo concurso de caça-talentos quinzenal para metade dos deputados da sua bancada parlamentar.

Francisco Louçã

É onde imperar a miséria e a desesperança que poderão fundamentar-se as leituras mais radicais de textos religiosos para enraizar o ódio aos outros.

Catarina Isabel Martins

O que a Marisa nos mostra é que podemos, com a esperança, reconquistar a democracia.

João Semedo

No tempo em que os animais falavam, muito ridicularizada, caricaturada e deturpada foi a iniciativa do Bloco sobre o assédio sexual verbal, logo carimbado de "piropo".

Maria Luísa Cabral

Quantas vezes até agora fomos todos ludibriados pelo Governador do Banco de Portugal?

Miguel Guedes

Se há quem defenda que parte do sector público gere mal a economia, todos estamos cansados de saber como parte do sector privado gere as finanças: com a assinalável eficácia de quem liquida para ganhar.

João Mineiro

O que a Europa viveu neste ano foi um turbilhão que ninguém podia antecipar. E ainda bem. Os tempos mais interessantes da história são aqueles em que o futuro está em aberto.

Joana Mortágua

Aquilo que preocupa e envergonha o país, orgulha a direita. Só assim se explica que CDS e PSD estejam orgulhosos do tal ““ranking”” que foi divulgado no final de 2015.

Almerinda Bento

Com a Marisa Presidente temos a certeza de que o juramento de que desempenhará fielmente as funções em que ficará investida e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição será uma realidade e não a letra morta ou caricatura a que o cavaquismo nos sujeitou.

José Soeiro

Algo de muito errado se passa na Europa da austeridade, quando não há meios para acolher quem arrisca tudo para sobreviver, quando se proíbe o investimento na saúde com o pretexto do défice, mas se arranja sempre dinheiro para que os países e os governos resgatem bancos privados.

Os contribuintes não podem continuar a ser a garantia de que, na banca privada, a má gestão é um crime que compensa.

Bruno Góis

Pablo Iglésias considera que o referendo da Catalunha “é imprescindível para construir um novo compromisso histórico”.