Nesta quinta feira de Páscoa, Francisco, o Papa, lavou os pés a quatro nigerianos, três eritreias, um sírio, um paquistanês, um maliano e um indiano, todos requerentes de proteção internacional no espaço europeu. O gesto é tudo.
Depois das alterações que estão a acontecer na Europa, 2016 pode ser o ano do início de uma reconfiguração política nos Estados Unidos - e uma vez mais com o trabalho no centro.
A forma leviana como alguns funcionários da União Europeia ousam opinar sobre as resoluções democráticas do povo português diz bem do pouco que a democracia vale para eles.
Com a compra do Banif pelo Santander e com a mais do que provável tentação do Santander e do CaixaBank pelo Novo Banco, abriu-se um debate no país: o da nacionalidade do capital que controla a banca a operar em Portugal.
As centenas de docentes que anseiam pela prorrogação deste regime transitório não podem continuar à espera. A aplicação da prorrogação só surtirá efeito se realmente acontecer agora.
De repente, a ADSE entrou no debate. Talvez não estivéssemos à espera mas empurraram-na para a frente, agora discutam-na. De que nos estarão a distrair?
Os atentados de Bruxelas, como os que os antecederam em Paris, em Madrid, em Londres, em Istambul e noutros lugares, têm uma função política precisa, como muita gente assinalou.
Não é raro o nascimento de novos movimentos e partidos, principalmente após cisões ou fortes derrotas. No entanto, não é comum aparecerem organizações políticas pan-europeias, principalmente com o objetivo de se democratizar a União Europeia (UE).
Enquanto não se acabar com o abuso que representam as ETT’s, teremos ainda um caminho longo a percorrer até que possamos dizer que somos uma sociedade avançada.
Aprovado o Orçamento do Estado para 2016, importa aos trabalhadores saber como devem atuar os sindicatos neste novo ciclo político, dum governo PS, suportado pelos partidos à sua esquerda na Assembleia da República.