Os fogos florestais são um apêndice da terra queimada das políticas públicas de intervenção sobre a floresta, são o que nos resta para olhar quando tudo arde em inoperância.
Disse Maduro durante a campanha eleitoral em que foi eleito há três anos: “O passarinho cantou mais um pouquinho, deu uma volta e foi embora. E eu senti o espírito de Chávez".
Que Luanda albergará um novo presidente, não há dúvidas. Que a oligarquia do MPLA, que tem saqueado o país sob o comando da família dos Santos, deixará de controlar os seus destinos, isso é outra história.
Dizem-nos que tudo é fácil, prémios, sorteios, viagens, cartões de crédito, telemóveis. As empresas não vendem, distribuem. A finança não empresta, entrega. Não há contratos, há palavras doces. É um mundo maravilhoso.
Depois dos metadados vem agora a videovigilância. E, com a legitimação de ambos, é uma mesma visão preconceituosa e suspeitosa sobre cada um de nós que se instala. A sociedade da pan-vigilância é a sociedade da pan-suspeita.