O processo nas Comissões de Avaliação está agora a ser marcado por atrasos insustentáveis, por tentativas de boicote e por falta de transparência na informação aos candidatos.
A direita tem um problema que a condena, sabe-se derrotada. O conclave do PSD vem lembrá-lo urbi et orbi, discutindo o que fazer com a calamidade de 2019 e com o líder vencível nessa fatídica eleição.
Com monotonia no ar, desconforto à flor do tapete e águas revoltas nas profundezas, o congresso que entronizou Rui Rio como presidente não o concebe sequer como hipótese para primeiro-ministro.
A sentença que condena a Fabrióleo (é bom relembrar), dá como provado que a empresa obteve licenciamento em 2017, através de prova testemunhal. Mas, a dita licença não existe e nunca existiu.
Segundo documentos antigos recentemente encontrados, não foi o Capitão inglês James Cook quem descobriu a Austrália em 1770, mas sim o navegador português Cristóvão de Mendonça, em 1522.
Enquanto cuidarmos de punir, esquecendo os deveres de prevenir, estaremos ocupados a construir cadeias em vez de outros equipamentos sociais bem mais importantes.
Recentemente a Comissão Europeia apontou a alegada excessiva proteção dos contratos permanentes em Portugal. Esta visão é a de quem só se contenta com um regime em que a proteção no trabalho é nula ou próxima disso.
O que importa é que nada mudou em Wall Street, e que os bancos centrais criaram a sua própria armadilha ao viciarem os mercados em dinheiro barato que serviu para alimentar bolhas que podem rebentar à menor ameaça de mudança de política.