De forma unilateral, o PS decidiu bloquear uma solução com a esquerda para a crise habitacional. Com a direita, apenas se pode esperar liberalização do mercado.
Temos assistido à organização da gente da Cultura que está cansada de viver com as metades das metades, e que luta por uma política cultural por inteiro, por orçamento e por dignidade.
O governo PS decidiu “fazer um intervalo na democracia constitucional” ao ceder ao poder das multinacionais, neste caso da Autoeuropa, quanto aos direitos individuais e coletivos dos estivadores.
Está em causa o futuro da humanidade e do organismo vivo que é o planeta Terra. Com a força da vontade e da acção colectiva podemos superar este desafio civilizacional.
Não há receitas únicas para derrotar o avanço dos ultras. Mas há pistas. Sabemos que o campo democrático tem de encabeçar as reivindicações das mulheres, dos negros, dos favelados, dos sem-terra, dos sem-teto e dos jovens.
Os lisboetas viram passar na Av. da Liberdade “o maior desfile militar dos últimos cem anos”, para assinalar o Armistício da I Guerra Mundial. Ora, se há guerra de que ninguém se deva orgulhar, esta é uma delas.
Nas folhas de publicidade dos principais jornais do país foi publicado um um manifesto pelo eucalipto, algo que até agora ainda não tinha surgido na sociedade portuguesa.
O melhor antídoto contra a extrema-direita sempre foi a perspetiva de progresso, de melhoria social, de criarmos um futuro melhor em conjunto e para todos.