Opinião

Carlos Vieira

Trump e os falcões dos EUA podem ripostar com outros assassinatos mais ou menos selectivos, mas os últimos a rir poderão ser os fanáticos terroristas do Daesh.

Mafalda Escada

Precisamos de uma política corajosa capaz de provocar mudanças significativas numa altura em que a propina nos leva o dinheiro da renda, a renda leva o da propina — e no fim não sobra nada.

Ricardo Moreira

Para alcançar as metas previstas para Lisboa no programa da Capital Verde 2020 temos, entre outras, de superar a dependência dos combustíveis fósseis e concretizar a transição energética.

Marisa Matias

Esta semana cumpriu-se o prazo limite para regulamentar o estatuto de cuidador informal em Portugal. Foi no último dia, 6 de Janeiro, que o governo publicou a primeira portaria, que apenas inicia o processo de reconhecimento.

Francisco Louçã

Mexam-se, diz ele [Draghi], façam orçamentos que aumentem o investimento, que expandam a procura agregada, que subam os salários e pensões.

José Soeiro

Chenglong Li veio para Portugal através do esquema mafioso – mas legal – dos vistos Gold. Foi ele quem comprou o nº 100 da Rua Alexandre Braga, no Porto, junto ao Bolhão. Sobre o caso já aqui escrevi, mas vale a pena lembrar o essencial.

Pedro Filipe Soares

Na semana em que o novo governo espanhol entrou em funções, a realidade mostra como a política do medo é sempre construída em cima de propaganda.

Miguel Guedes

Há povos que se apresentam no Primeiro Mundo com uma latente incapacidade para resolver puzzles geográficos.

Cristina Semblano

Sob uma aparência tecnicista, o que se pretende de facto com a reforma do sistema de pensões é gravar na pedra critérios de cálculo que organizam o seu depauperamento.

Nuno Pinheiro

A viagem de Fernão de Magalhães é um acontecimento traumático para Portugal. O navegador, apesar de português, fez a viagem ao serviço da coroa espanhola. Curiosamente também é um processo traumático para Espanha, afinal Magalhães não era espanhol.

Joana Mortágua

A administração de Trump levou até às últimas consequências o método de “assassinatos seletivos” na chamada “guerra ao terror”.

Cecília Honório

É saber de onde vieram, de quem são criaturas, e para onde vão. E mostrar que não é fácil encontrar alguém mais filho do sistema do que André Ventura.