As pandemias vieram para ficar e serão cada vez mais frequentes. Algumas serão mais limitadas no espaço e no tempo, outras serão catástrofes globais como a covid-19. Há solução? Claro que há.
Há uma certa variedade na forma como as nações têm dado resposta ao coronavírus. Na Índia, as respostas têm consistido em pura islamofobia, como testemunha o termo “corona-jihad”. No Estado de Kerala vemos uma resposta muito distinta e mais humana.
No pressuposto de que nenhum aluno deve ser deixado para trás e tendo em mente aqueles que apresentam maiores barreiras ao apoio e aprendizagem, o Ensino @ Distânciatorna-se num desafio que exige da escola recursos e estratégias específicos e dedicados.
Esta semana o Bloco organizou uma conferência online, com dezenas de especialistas de vários quadrantes. Da diversidade de propostas, emerge uma ideia clara: nada seria mais errado do que confundir recuperação com regresso ao passado.
Qual será a racionalidade que preside à anunciada decisão de reabrir as escolas, para os alunos do 11.º e do 12.º ano do ensino secundário a partir de 18 de maio?
As bombeiras e bombeiros portugueses não precisam de palmas, precisam sim de um estatuto que os proteja também dos efeitos desta pandemia, tanto a nível laboral, social e de saúde.
"Despesas do Estado hoje são impostos de amanhã", sentenciou o primeiro-ministro há uns dias. A frase, como bem explicou o economista João Ferreira do Amaral, é "infeliz".
Os lares continuam a ser motivo de preocupação e os dados diários deixam-nos devastados. Sabíamos que as coisas estavam mal, não colocámos o problema sobre a mesa a tempo. Depois do Covid19, as desculpas acabaram.
O SNS foi e é a resposta nacional do combate à Covid. Que ninguém se engane: não falta muito para o setor privado aparecer novamente a ‘oferecer ajuda’. Saibamos tirar lições da epidemia e saibamos não permitir que novas farsas se desenvolvam.
A indústria petrolífera à escala global já está de mão estendida para receber apoios públicos e reclamar-se como paladino de uma futura recuperação económica. Mas os fósseis são uma âncora genocida que arrasta a Humanidade para o fundo.