Graça Marques Pinto

Graça Marques Pinto

Dirigente do Bloco de Esquerda. Professora.

Os grandes interesses económicos europeus querem imigrantes fragilizadas e sem direitos, mão de obra escravizada que engorda os seus lucros.

O idadismo continua enraizado na nossa sociedade que caracteriza as pessoas mais velhas como pouco produtivas, frágeis e incapazes. Esta estereotipia é reforçada no caso das mulheres.

Em tempo de ditadura, vivi duas experiências de confinamento com diferentes características. Em comum o facto de terem ambas a ver com uma escolha, dar um contributo para pôr fim a outros “confinamento(s)”, a ausência de Liberdade, de Pão e de Paz. Por Graça Marques Pinto (Magaça).

É na luta diária pelos ideais da Revolução que se aprofunda a democracia!

Fazer frente aos vampiros, continuar a luta pelos de baixo, e na defesa de um SNS universal, gratuito e de qualidade. É por aí que se faz o caminho!

Não está em causa nenhum juízo de valor sobre uma série de opções que se colocam em diversas situações, mas sim a soberania de quem está próximo do fim e que deve ter direito à escolha.

Enquanto prevalecer uma lógica de mercado na gestão da floresta que privilegia grandes manchas florestais de eucalipto, o interior do país continuará a ser consumido pelo fogo!

Precisamos de uma nova visão do envelhecimento que potencie a vida activa e a inserção na vida social e da vontade política para agir em conformidade.

Em vésperas da greve climática estudantil, que recolheu adesões de norte a sul do país, do litoral ao interior importa ter presente alguns dados resultantes de estudos sobre o aquecimento global que o império tenta escamotear.

O ministro da Educação tem pela frente inúmeros dossiês em que é preciso afirmar a aposta numa Escola Pública Democrática e de Qualidade.