É do coração do capitalismo que surge a notícia que tira o tapete ao dogmatismo ideológico. Que desta vez fale mais alto a defesa da vida do que a defesa do lucro.
A novidade serve duas lições – a da pouca firmeza dos liberais no seu modelo económico e da necessidade da esquerda subir a parada no combate às desigualdades sociais. Esta proposta do FMI, é acima de tudo um processo de controle de danos.
O levantamento das patentes é a única forma de acelerar a produção e distribuição global de vacinas, rentabilizando o investimento público que foi feito em larga escala para o bem comum global. A UE, inexplicavelmente, escolheu reduzir-se a um papel de insignificância internacional.
Esta situação não é um “acidente”. Não é um “erro”, ou um crime inesperado que apanhou toda a gente de surpresa. A lógica da produção hiper-intensiva implica olhar para tudo como factores de produção sem componente humana ou social e, desse ponto de vista, procurar reduzir o seu custo.
A decisão do Oversight Board do Facebook gera preocupação. Porque é justiça privada, porque bloquear textos ou pessoas não é o mesmo e porque evita revelar o seu poder.
Enquanto o mundo olha para o país do lado e escolhe ignorar as violações de direitos humanos que se vivem na Colômbia, a violência e a impunidade continuam.
No final de 2018, o Grupo Sogema, da família Moniz da Maia, devia ao Novo Banco cerca de 560 milhões, registados quase na totalidade como perdas. Mais de metade do prejuízo foi imputado ao Fundo de Resolução.
Reduzir a pobreza, melhorar a educação e a habitação e garantir emprego são fatores determinantes no combate à diabetes. O presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal defende, por isso, ser aqui que a Cimeira Social pode e deve intervir.
Exige-se do Governo português que abandone os falsos argumentos sobre a inexistência de capacidade produtiva no mundo, que abandone a posição que teve na Organização Mundial do Comércio e que defenda a saúde pública.
O que o país alheado da realidade descobriu com os milhares de mortes nos lares não se muda com melhores lares. Muda-se com mudança de muitas coisas na sociedade para que a cidadania e os direitos dos mais velhos sejam o princípio e não a exceção.
A crise habitacional é agora e não faz sentido ter uma política que quer travar a especulação e que depois entrega casas para rendas especulativas. É o que acontece com o Programa de Renda Acessível versão PPP, em Lisboa.