Embora não pague nem queira pagar salários que atraiam médicos de família, a ministra permitiu deste modo a ideia de que a confiança entre o médico e a utente pode ser substituída por prémios avulsos aos profissionais pelas decisões que cabem às mulheres.
O cenário da conversa é, digamos, uma loja de uma grande cadeia de vestuário. Três trabalhadores discutem sobre qual a hora a que devem entrar ao trabalho: aquela que está assente nos seus horários e contratos ― a de abertura da loja ― ou aquela a que todos, realmente, entram.
A ideia de que só alguns membros da sociedade com práticas alternativas às heterossexuais estavam sujeitos às demais doenças e vírus mortíferos, está ultrapassada. Mas, temos que lidar com atos e afirmações estruturalmente discriminatórias, mesmo vivendo em 2022.
Está a decorrer, nos Estados Unidos, um julgamento que envolve duas figuras mediáticas: Johnny Depp e Amber Heard. Transmitido em direto, como se fosse um espetáculo, este processo deverá colocar-nos uma questão: por que razão optámos por não acreditar nas palavras da mulher?
A indignação justa que o ocidente tem demonstrado ao longo deste período em que a Rússia tem cometido atrocidades no território ucraniano, é a indignação que faltou sempre aos média ocidentais para atrocidades cometidas pelas próprias potências ocidentais, noutros cantos do mundo.
Não é coisa de pouca monta, afinal, trata-se de uma revolução na área esquecida pelo Estado Social e onde o mercado especulativo continua a devorar os nossos salários.
A decisão, hoje, em cima da mesa é sobre a Lei 32/2008 e essa não tem a ver com as secretas. Sobre estas, aliás, o Bloco de Esquerda esteve contra a lei, levamo-la ao Tribunal Constitucional e foi declarada a sua inconstitucionalidade.
Exige-se à ONU o empenho na realização de uma Conferência de Paz que trave a agressão russa e restabeleça duradouramente a integridade da Ucrânia. A guerra tem de ser travada antes que o conflito fronteiriço regional tome dimensão de risco mundial.
Está na hora de aprofundar o D da Descolonização, se a ocupação dos países africanos já terminou há quase meio século, é este o momento de descolonizar a nossa sociedade, a nossa história e as nossas mentes.
O parlamento dos Açores considerou por unanimidade que o governo regional deveria mesmo negociar com a EDA a taxa de juro aplicada a dívidas da região por atrasos de pagamento.
São cada vez mais as pessoas e as organizações que neste dia se colocam do lado dos direitos LGBTI. No entanto, não faltam exemplos de discriminação contra pessoas LGBTI, das formas mais explícitas, às mais implícitas.
Quanto mais emproados os discursos visionários, maior a incapacidade que mascaram. Mesmo que o suplemento de alma garantido pela autointoxicação macroniana seja simplesmente para esquecer.