Opinião

Francisco Louçã

Javier Milei é o surpreendente vencedor das eleições primárias argentinas. No estilo, é uma imitação superlativa de Trump e Bolsonaro. No conteúdo, é portador de um liberalismo arrasador.

João Teixeira Lopes

O mal de certas palavras é que não dizem nada. São moles, viscosas e esquivas. Ou pior: dizem sem dizer. Atentemos na palavra “exclusão”. Acrescentemos-lhe o epíteto: “social”. O que quer dizer?

António Lima

Bolieiro afirmou em março de 2021 que iria reduzir “progressivamente o seu subfinanciamento crónico” da saúde. Pouco mais de dois anos depois o subfinanciamento continua, e em força para prejuízo de quem precisa de um SRS que garanta o melhor acesso à saúde!

Carla Castelo

Se fossem só os gastos de dinheiros públicos ao almoço que nos suscitam dúvidas, a situação seria bem menos grave. O facto é que na gestão do executivo de Isaltino Morais temos inúmeros exemplos cuja legalidade, e sobretudo cuja ética, é questionável.

Leonor Rosas

Muitos escolhem chamar a este mês a silly season, mas talvez seja precipitado: não há nada de silly em descansar à beira-mar entre leituras.

João Vasconcelos

Uma 1.ª lição a retirar das eleições no país vizinho é que quem governa acaba por assumir alguma vantagem, colocando-se na dianteira e instrumentalizando os órgãos da propaganda ao serviço da máquina governamental.

Francisco Louçã

O livro de Copérnico, “esse mesmo”, a ciência que resultava do pensamento livre baseado em factos, só foi autorizado pelo Vaticano cerca de 300 anos depois da sua publicação.

Alexandra Manes

Bolieiro é, sem dúvidas, o “Crasso” do Triunvirato dos Açores e só ele não o quer perceber. Enquanto isso, é assistir ao definhar do PSD e à campanha eleitoral do CDS. A pobreza, esta...é a maior vencedora.

Rodrigo Sousa

Apesar de ser uma época única, toda esta efemeridade não devia ser um cenário distante ano após ano: o investimento cultural que acontece nestes territórios a nível de coletividades e cultura local devia ser uma realidade contínua.

Bruno Candeias

Ventura escolheu agradar aos sectores ultraconservadores, e o que isso nos diz é que estamos perante a constatação de que o populismo está a perder para a afirmação de um partido vincadamente neofascista. E isso não é uma rotura com o sistema é o regresso a um passado mais obscuro.

Roberto Almada

Dia 24 de setembro é o dia de fazer regressar o Bloco ao Parlamento da Madeira e de dar mais força às pessoas. Será uma boa notícia para os madeirenses e uma péssima notícia para os acomodados que, no poder, continuam a fazer tudo o que querem!

André Julião

Os jovens não precisam de políticos – católicos ou não – a exigir maior participação na vida. Os jovens de hoje precisam de casas, de conseguir pagar a conta do supermercado e de salários que lhes permitam um pouco mais do que sobreviver sem ter de trabalhar 12, 14 ou 16 horas por dia.