Não, não é do “velho” Bloco nem do “velho” PC que têm saudades e muito menos da sua oposição. O que os amargura e contraria são as saudades que sentem da velha política.
O caso de Durão Barroso (e a defesa que o PSD faz da sua conduta) atira a política ao charco mas há um partido-nenúfar a navegar com o "pin" da portugalidade à superfície.
Em junho, Passos Coelho acusava o Partido Socialista de ter entrado numa deriva de radicalização comandada pelo Bloco de Esquerda. Três meses depois surge uma nova tese...
Pela primeira vez, ao fim de duas décadas onde a praxe hegemonizou o espaço da chamada “vivência académica”, temos a oportunidade de ensaiar modelos alternativos que recebam os novos alunos.
Ao ritmo frenético da propagação de incêndios que já consumiram mais de 1% da área do território, com destaque para a tragédia do Funchal, multiplicam-se as tomadas de posição de diversas entidades e partidos.
As recentes notícias do assalto diretamente feito por patrões a estagiários revelam a extensão do à-vontade com que quem emprega e já conhece o IEFP põe e dispõe não só dos salários dos seus empregados como do dinheiro público.
Passos Coelho mantém a mesma linha de discurso – vem aí uma hecatombe. Todo o PSD lhe segue o rasto e lá vão anunciando uma desgraça ao virar de cada esquina e agora até um “inevitável novo resgate”, como fez Paulo Rangel.
Já sei o que vão dizer sobre o outdoor que está agora nas ruas de Angola. Que é arrogância, que é nepotismo, que é apego ao poder, que é desprezo do chefe pelo partido e do partido pela população. Tudo errado.
É ousado pedir 1% do PIB para a Cultura quando a Cultura e as indústrias culturais representam, dizem todos os observatórios, entre 3% e 5% do PIB total?