Opinião

João Semedo

Não, não é do “velho” Bloco nem do “velho” PC que têm saudades e muito menos da sua oposição. O que os amargura e contraria são as saudades que sentem da velha política.

Miguel Guedes

O caso de Durão Barroso (e a defesa que o PSD faz da sua conduta) atira a política ao charco mas há um partido-nenúfar a navegar com o "pin" da portugalidade à superfície.

Ricardo Robles

É tempo de pensar a mobilidade em Lisboa em novos termos. O tempo da cidade não obedece ao calendário eleitoral.

Em junho, Passos Coelho acusava o Partido Socialista de ter entrado numa deriva de radicalização comandada pelo Bloco de Esquerda. Três meses depois surge uma nova tese...

Luís Monteiro

Pela primeira vez, ao fim de duas décadas onde a praxe hegemonizou o espaço da chamada “vivência académica”, temos a oportunidade de ensaiar modelos alternativos que recebam os novos alunos.

Maria Jorgete Teixeira

A defesa da escola pública não se pode dissociar da exigência de um modelo de gestão democrática das escolas.

Cristina Semblano

Se uma batalha foi ganha (a da capitalização pública) falta ganhar a guerra: a de uma banca pública ao serviço do interesse coletivo.

Alberto Matos

Ao ritmo frenético da propagação de incêndios que já consumiram mais de 1% da área do território, com destaque para a tragédia do Funchal, multiplicam-se as tomadas de posição de diversas entidades e partidos.

João Camargo

As recentes notícias do assalto diretamente feito por patrões a estagiários revelam a extensão do à-vontade com que quem emprega e já conhece o IEFP põe e dispõe não só dos salários dos seus empregados como do dinheiro público.

Helena Pinto

Passos Coelho mantém a mesma linha de discurso – vem aí uma hecatombe. Todo o PSD lhe segue o rasto e lá vão anunciando uma desgraça ao virar de cada esquina e agora até um “inevitável novo resgate”, como fez Paulo Rangel.

Francisco Louçã

Já sei o que vão dizer sobre o outdoor que está agora nas ruas de Angola. Que é arrogância, que é nepotismo, que é apego ao poder, que é desprezo do chefe pelo partido e do partido pela população. Tudo errado.

Margarida Moleiro

É ousado pedir 1% do PIB para a Cultura quando a Cultura e as indústrias culturais representam, dizem todos os observatórios, entre 3% e 5% do PIB total?