Os últimos dados da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) sobre os acidentes de trabalho comunicados até ao mês de setembro, indicam que o distrito do Porto continua a ser o campeão da sinistralidade laboral.
Marcelo acabou por escolher o veto político com o vulnerável e volúvel argumento da “inoportunidade” – o que o tempo sempre pode corrigir. Então a pergunta é: qual foi a razão para nada pedir ao Tribunal Constitucional?