Já não é o tempo de voltar a apresentar as mesmas propostas que fizemos há muitos anos para equilibrar os efeitos do euro, ou da dívida desigual, ou mesmo para repor o potencial económico de cada Estado-Membro.
Dizem-nos que a regulação do lobbying tem que ser porque o lobbying existe e mais vale regulá-lo do que deixá-lo desregulado. A justificação é pobrezinha. Mas, mais que tudo, gera expetativas falsas.
Talvez não saiba que, quando paga a sua conta de eletricidade, está também a contribuir para os lucros de grandes grupos económicos que nada têm a ver com o setor elétrico.
Passados cerca de 6 meses da assinatura do acordo da União Europeia com a Turquia, o balanço que se pode fazer não é positivo, e se na altura havia problemas a apontar ao mesmo, hoje eles são agravados.
A proteção, conservação e valorização da Ria Formosa não é incompatível com uma ocupação humana controlada, regulada e responsável, pois complementam-se num equilíbrio necessário e sustentável.