O problema do Banco de Portugal exige saneamento, palavra rigorosa, mas também a superação da sua missão como regente do capitalismo organizado em Frankfurt.
Na casa de horrores em que se transformou a Câmara dos Deputados do Brasil, talvez a maior brecha de humanidade tenha sido aberta pelo ato de Jean Wyllys que, ao cuspir na direção do seu opressor, recusou renunciar à sua dignidade.
O Conselho presidido por Teodora Cardoso revelou-se inútil: só faz previsões e são todas erradas, nunca dando uma ideia de medidas e estratégias para evitar o sofrimento da população.
O pequeno aumento das pensões aprovado foi positivo mas a questão mais importante de todas é que não houve cortes. No final do ano teremos de revisitar estas alterações.
Sei da Relvinha e digo que a luta dos moradores e a sua organização é o que dará resposta à vergonha que é o retrato tão verídico feito neste relatório [Farha, sobre habitação].
O país não deve coisíssima nenhuma a Paulo Núncio. Mas Núncio e o Ministério de que fazia parte, encabeçado por Gaspar e Albuquerque, devem muitas explicações ao país pelo suposto combate à fraude e à evasão fiscal.
Hoje é consensual entre a comunidade científica que estuda este tema que as alterações climáticas não só existem como que têm como origem a atividade humana. Esse consenso atraiu alguns setores para o lado da desconfiança e o negacionismo.