O que não está bem são os métodos utilizados por algumas empresas, da área de estudos de opinião, métodos que roçam o arbítrio absoluto, a falta de profissionalismo e ataques muito sérios à privacidade dos eleitores/as.
O poder às vezes cega. É verdade, não nos iludamos. O momento que vivemos propicia decisões simpáticas, populistas e oportunistas. São decisões sempre contrárias à democracia, à responsabilidade e à justiça.
Foi a emergência de um candidato à esquerda que mudou a paisagem eleitoral francesa, dado que Mélenchon respondeu ao colapso do centro e da direita tradicionais.
Um velho ditado dos gangsters de Chicago ensina que “se não os consegues vencer, junta-te a eles”. A única novidade destes dias de panegírico trumpista é que demasiados governantes, comentadores e espirituosos estão a seguir à letra essa sapiência gangsteril.
Isto é um artigo sobre as propostas de algumas Juventudes Partidárias. Ou melhor: é um comentário sobre cantinas universitárias, populismo, serviço militar obrigatório e o papel que a(s) Esquerda(s) decidem ter.
Os furos ao longo de toda a nossa costa não têm sentido e a sua autorização deve ser impedida, como muito bem propuseram em conjunto o Bloco e o PAN na semana passada.