Se sondarmos à nossa volta, a opinião da maioria das pessoas será que Portugal não é um país racista. E no entanto, se começarmos a esgravatar os dados e a fazer perguntas, o retrato da sociedade em que vivemos não é bem esse.
O assédio moral, enquanto método de intimidar e maltratar um trabalhador através da conduta da entidade patronal, das chefias ou dos colegas de trabalho, constitui um fenómeno de graves consequências para quem dele sofre.
A linha azul do Metropolitano de Lisboa passou a ter, temporariamente, nas horas de ponta, percursos alternados entre a Pontinha e a Reboleira, reduzindo assim a oferta do serviço à população da Amadora.
“O tempo para salvar a Europa acaba este ano, porventura o mais tardar no outono”, escrevia Vicente Jorge Silva há dias. Não é o primeiro nem será o último destes apelos exasperados, cheios de urgência. Parece que o tempo está a “acabar”.
É de estranhar que o Governo Regional, apoiado pelo PS, teime em não estar disponível para dar resposta aos anseios de cerca de 600 professores precários no sistema educativo regional.
Tudo o que Portugal recebeu desta Europa na última década foi autoritarismo e austeridade. Uma terapia de choque sem qualquer fundamento económico ou racional.
O Município de Lisboa, quer por si, quer através das empresas que integram o seu sector empresarial local é um dos grandes senhorios da Cidade. Mas o Município de Lisboa não é um senhorio qualquer.