Opinião

João Camargo

Veio de mansinho. Palavrinha aqui, palavrinha ali, pouco barulho, pouco alarido. Mais um acordo de comércio, que diferença é que faz? Nós queremos é comércio, que é como quem diz, queremos progresso.

Em 2013 o PIB caiu 1,13% e a taxa de desemprego atingiu 16,4%. Contudo, as receitas de IRS aumentaram 34%, ou seja, 3329 milhões de euros.

Maria do Carmo Bica

Mais uma vez o discurso político abranda, as instituições metem os projetos nas gavetas e os órgãos de comunicação social deixam de fazer manchetes com as questões florestais.

José Manuel Pureza

O país do pós-2020 tem que ser o que fica para lá dos 60 kms a contar da costa, o país vazio de que se fala só quando arde.

Jorge Costa

Ao longo dos anos, os acionistas privados da EDP levaram para casa os super-lucros cobrados na mais elevada fatura elétrica da Europa. Sob os acordos à esquerda, tem sido possível concretizar algumas medidas para começar a corrigir esta aberração.

Moisés Ferreira

O Serviço Nacional de Saúde só é possível graças aos seus profissionais, sem exceção. Foram eles que aguentaram o nosso serviço público de saúde nos anos mais duros da austeridade do PSD e do CDS.

Tiago Pinheiro

A última semana mostrou um movimento ímpar de enfermeiros; não é uma revolta por problemas novos ou mudanças abruptas, mas uma exaustão sem retorno de promessas nunca cumpridas.

Pedro Filipe Soares

As reivindicações gerais dos enfermeiros são inteiramente justas. A minha solidariedade com os enfermeiros não é, no entanto, extensível à bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco.

Ricardo Moreira

O 'boom' do turismo em Portugal é uma externalidade positiva que tem de chegar a todos. Sem regras, sem trabalho com direitos, será apenas uma externalidade negativa para a maioria da população.

Carlos Matias

Uma refundada Casa do Douro terá de ser uma associação pública de inscrição obrigatória, com uma vida interna democrática que a legitime como voz e defensora dos interesses da vitivinicultura duriense.

Francisco Louçã

Manuel Carvalho da Silva e António Chora foram os dois sindicalistas mais influentes em Portugal nos últimos vinte anos. Ao terminarem os seus mandatos, ambos foram vítima de campanhas de difamação.

Rui Costa

No fim, são convidados para comer na boda permanente os titulares de maiores rendimentos e de rendimentos prediais, pagando a boda sem comer os que vivem de rendimentos do trabalho.