Opinião

José Manuel Pureza

Manuel Martins proclamou, com serenidade firme, que "A Igreja tem de ser a voz dos sem voz". Parecerá agora frase feita. Mas quando foi proferida, nas circunstâncias em que o foi, e por um bispo, a frase soou a convocação à mudança drástica.

José Soeiro

O Porto é um dos concelhos onde estas eleições autárquicas são mais agitadas e interessantes. As últimas semanas tornaram o caso ainda mais especial.

Francisco Louçã

Há dois dias realizou-se um referendo acerca da independência do Curdistão iraquiano, conduzida pelo governo regional. Apesar do perigo, a população teve o direito de votar.

Maria do Carmo Bica

É urgente fazer o debate sobre a forma de contrariar a escalada de degradação da qualidade da democracia que vem associada, em muitos casos, a elevados níveis de falta de transparência.

Pedro Miguel Cardoso

Podemos dizer que “CETA” a “CETA” enchem os investidores o papo, enquanto os Estados e as regiões definham.

Portugal conhece demasiado bem o resultado das maiorias absolutas do "centrão". Nos governos, como nas autarquias, o poder incondicional serviu as piores políticas, corroeu a qualidade da democracia e minou a credibilidade do sistema político.

João Fraga de Oliveira

Sempre preferiu sair cá para fora, para o adro e para além dele, para “ocupar espaços de onde a Igreja nunca devia ter saído". Era até muito por isto que passaram a chamá-lo “bispo vermelho”.

Andrea Peniche

Que sentido faz uma proposta que tem como solução a criação de um gueto para acantonar a maioria dos utentes dos transportes? Que sentido tem rotular mulheres como tementes do espaço público?

João Semedo

Rui Moreira, durante um debate eleitoral realizado recentemente, acusou-me de usar o caso Selminho para fazer uma campanha negra contra ele.

João Camargo

Se os contratos forem cumpridos, 2018 será ano de quatro furos de prospeção petrolífera algures entre Lisboa e o Porto.

Francisco Louçã

Há um nervosismo no ar que só pode surpreender.

José Soeiro

O que não se percebe é que desfecho ambiciona a monarquia e o governo do PP com esta atitude. Demonstração de força? Não. Na verdade, esta atitude desesperada só demonstra a fragilidade do Estado espanhol e da estratégia do PP (com o apoio do Ciudadanos e a conivência do PSOE).