Será um dos temas de 2018 e espero que isso signifique mais um passo em frente no nosso país. Depois de anos de debates, este é o ano em que a lei deve ser mudada para que a despenalização da morte assistida seja uma realidade.
Nas quatro áreas pactadas – organização judiciária, acesso ao direito, justiça económica e combate aos crimes económico-financeiros – os consensos ficam aquém do que o Presidente da República estabelecera como horizonte estratégico.
Em Portugal, a liberdade religiosa é um valor constitucionalmente consagrado e garantido na Constituição da República Portuguesa. Significa isto que os órgãos do Estado têm a obrigação de garantir a liberdade religiosa.
Mensagens presidenciais à nação são habituais jogos lúdicos com fronteiras e votos magnânimos ao povo, atos de pouca contrição, recados cerrados para balanço.
Se nos “tempos modernos” de Charlot e da Ford Motor Company os trabalhadores podiam pensar livremente mas não podiam falar, agora, em muitos call centers, os trabalhadores podem (devem) falar mas não podem pensar livremente… o que falam.
Foi importante parar o projeto da direita para a destruição do nosso serviço público de saúde, mas é fundamental voltar a construir um SNS geral, universal e gratuito.
Já toda a gente percebeu que há uma razão para os correios serem públicos na maioria dos países europeus e que nunca deviam ter sido privatizados. Mas é melhor começar a fazer alguma coisa, que só o arrependimento nem mata nem faz nada.
O acordo feito em 2015 respondia e responde ao essencial: travar a austeridade e recuperar rendimentos, parar a terraplanagem de direitos sociais e a delapidação dos serviços públicos. Mas, para responder pelo país, é preciso mais.
Defender a Madeira é levá-la à bancarrota? É criar uma dívida para o povo pagar e que serviu sobretudo para enriquecer meia-dúzia? É fazer obras inúteis - novo cais, marina do Lugar de Baixo, cota 500 e outras - e atirar para Lisboa as culpas de não termos um novo hospital?