Opinião

Pedro Filipe Soares

Será um dos temas de 2018 e espero que isso signifique mais um passo em frente no nosso país. Depois de anos de debates, este é o ano em que a lei deve ser mudada para que a despenalização da morte assistida seja uma realidade.

José Manuel Pureza

Nas quatro áreas pactadas – organização judiciária, acesso ao direito, justiça económica e combate aos crimes económico-financeiros – os consensos ficam aquém do que o Presidente da República estabelecera como horizonte estratégico.

Rui Costa

Em Portugal, a liberdade religiosa é um valor constitucionalmente consagrado e garantido na Constituição da República Portuguesa. Significa isto que os órgãos do Estado têm a obrigação de garantir a liberdade religiosa.

José Soeiro

Francisco Lacerda é um homem especial. Só pode ser um homem especial. O atual administrador dos CTT recebeu por ano 925.404 €.

Miguel Guedes

Mensagens presidenciais à nação são habituais jogos lúdicos com fronteiras e votos magnânimos ao povo, atos de pouca contrição, recados cerrados para balanço.

Pedro Soares

A captura de fogos de habitação para alojamento de turistas mais do que quadruplicou em território nacional.

João Fraga de Oliveira

Se nos “tempos modernos” de Charlot e da Ford Motor Company os trabalhadores podiam pensar livremente mas não podiam falar, agora, em muitos call centers, os trabalhadores podem (devem) falar mas não podem pensar livremente… o que falam.

Francisco Louçã

Donald Trump festejou a aprovação da sua reforma fiscal como se tivesse ganho uma guerra. Bem se compreende.

Moisés Ferreira

Foi importante parar o projeto da direita para a destruição do nosso serviço público de saúde, mas é fundamental voltar a construir um SNS geral, universal e gratuito.

Joana Mortágua

Já toda a gente percebeu que há uma razão para os correios serem públicos na maioria dos países europeus e que nunca deviam ter sido privatizados. Mas é melhor começar a fazer alguma coisa, que só o arrependimento nem mata nem faz nada.

O acordo feito em 2015 respondia e responde ao essencial: travar a austeridade e recuperar rendimentos, parar a terraplanagem de direitos sociais e a delapidação dos serviços públicos. Mas, para responder pelo país, é preciso mais.

Paulino Ascenção

Defender a Madeira é levá-la à bancarrota? É criar uma dívida para o povo pagar e que serviu sobretudo para enriquecer meia-dúzia? É fazer obras inúteis - novo cais, marina do Lugar de Baixo, cota 500 e outras - e atirar para Lisboa as culpas de não termos um novo hospital?