É uma utopia regressiva já que cria uma imagem idílica e falsa do passado. É instrumental para a extrema direita, mas também alimenta outros discursos políticos.
Quando fazemos o balanço de dois anos de mandato do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Lisboa e, por isso, não podíamos deixar de falar dos maiores problemas da cidade: a crise na habitação e a mobilidade.
O Ministro do Ambiente concordou com a inclusão de uma taxa sobre a indústria da celulose e da florestal intensiva. Essa simples resposta a uma pergunta minha gerou algumas críticas.
Apesar de a contragosto, o PS não se conseguiu limitar a discutir com o PCP, mais algum voto de oportunidade, foi forçado a tratar de questões orçamentais essenciais com outros partidos, incluindo aquele que queria excluir.
Sobre Portugal pairam ameaças similares às que se materializam na Austrália e as reformas florestais coladas a cuspo não aguentarão o mais ligeiro abanão.
Trump e os falcões dos EUA podem ripostar com outros assassinatos mais ou menos selectivos, mas os últimos a rir poderão ser os fanáticos terroristas do Daesh.
Precisamos de uma política corajosa capaz de provocar mudanças significativas numa altura em que a propina nos leva o dinheiro da renda, a renda leva o da propina — e no fim não sobra nada.
Para alcançar as metas previstas para Lisboa no programa da Capital Verde 2020 temos, entre outras, de superar a dependência dos combustíveis fósseis e concretizar a transição energética.
Esta semana cumpriu-se o prazo limite para regulamentar o estatuto de cuidador informal em Portugal. Foi no último dia, 6 de Janeiro, que o governo publicou a primeira portaria, que apenas inicia o processo de reconhecimento.