Trabalho

Mariana Mortágua anunciou que chamará Paulo Rangel ao Parlamento porque este tem que se responsabilizar pela posição de Portugal sobre o massacre na Palestina e o Governo tem de agir para o travar. No final das jornadas parlamentares do partido, criticou ainda as políticas laborais de um Governo “instruído pelos patrões”.

Trabalhadores protestaram esta segunda-feira em frente às instalações da empresa, em Lisboa, em solidariedade com dois trabalhadores estrangeiros despejados ilegalmente de suas casas.

Secretária-geral do IndustriAll Europe alertou para os perigos da extrema-direita e deixou um apelo coletivo por uma transição verde justa e uma Europa que, efetivamente, coloque as preocupações dos trabalhadores no centro da tomada das decisões políticas. Por Mariana Carneiro.

Sindicato denuncia a cadeia de supermercados por ter alterado os horários de forma a que “todos estejam de folga no domingo de Páscoa”. E denuncia que o contrato coletivo no sector da distribuição não é revisto desde 2016.

Mariana Mortágua esteve esta quinta-feira com o Sindicato dos Inspetores do Trabalho para ouvir falar dos problemas destes trabalhadores e do seu esforço para resolver as questões que afetam outros trabalhadores. Defendeu que se deve “banir as formas desumanas de explorar trabalho”.

SINTTAV explica que a Autoridade para as Condições de Trabalho deliberou que os impedimentos de ir à casa de banho são ilegais, assim como a marcação de faltas injustificadas. E que a ACT reforçou que o trabalho suplementar deve ser pago. Bloco tem acompanhado luta destes trabalhadores.

Numa declaração política no Parlamento, José Soeiro critica a proposta dos patrões porque "num país onde os lucros das grandes empresas pagam muito menos impostos comparativamente ao rendimento do trabalho, a CIP vem propor medidas para beneficiar os patrões e impedir os aumentos salariais devidos".

Nesta entrevista, o deputado bloquista José Soeiro explica o que está em causa com a proposta patronal de um "Pacto Social".

O "pacto social" proposto pela CIP ao governo e à UGT é um assalto de facto à sustentabilidade financeira da Segurança Social e às finanças públicas. Artigo do investigador social Henrique Sousa.

O Sintab acusa a empresa agroalimentar de ter imposto um regime de laboração contínua de que afinal não precisava.

Foi aprovada por unanimidade a proposta do Bloco para que o Governo permita a Portugal juntar-se aos 27 países que já ratificaram a Convenção sobre Violência e Assédio no Mundo do Trabalho.

Relatos dão conta de “episódios constantes de repressão e coação” contra os trabalhadores. Sindicato confirma que recebeu denúncias, mas diretor do Museu garante que acusações são “completamente infundadas”.

Comissão de Trabalhadores refere que a situação é “insustentável” e exige que, nas próximas duas semanas, a empresa “tome medidas efetivas e objetivas” para acabar com a sobrecarga de trabalho.

Um estudo do Laboratório Português de Ambientes de Trabalho Saudáveis encontrou sintomas de burnout em perto de 80% dos trabalhadores inquiridos. A semana de trabalho de quatro dias, sem perda de remuneração nem intensificação de carga de trabalho, é uma das recomendações apresentadas.

Catarina destacou que “as pessoas estão a ver a economia a crescer mas vivem cada vez pior” e defendeu que é preciso “um sistema justo, que permita baixar os preços da habitação e que faça com que quem ganha mais pague mais impostos”.