A proliferação de Institutos Públicos, Fundações e Empresas Públicas é um facto incontornável. Esta prática não é nova e os suspeitos são os do costume: estende-se do PS ao CDS, passando pelo PSD.
Os casos de violência praxista mostram duramente qual a consequência de atribuir um poder tão importante como o de dar ordens a um grupo de pessoas obedientes e submissas.
Ahmed Rashid quer entregar o Paquistão aos EUA e instituições sob o seu controlo. É um pouco mesquinho para as outras potências. Seria mais aconselhável expandir a lista.
Serão certamente milhões de pessoas que no próximo dia 29 de Setembro gritarão em uníssono por essa Europa fora - “ Não pagamos! Não pagamos a crise deles”.
É inaceitável que numa altura em que o Coordenador da Reforma para a Saúde Mental se mostra tão apreensivo, com o crescente aumento da patologia depressiva, o Governo opte por penalizar estes cidadãos já de si fragilizados.
O “outro mundo possível” estará baseada no crescimento económico constante, ou será uma mudança nos valores civilizacionais? Não é um debate fácil de resolver.