Para Angela Merkel, Nicolas Sarkozy e para sociedade paralela que representam, quanto menos democracia, melhor, e logo, quanto menos mecanismos democráticos no Tratado de Lisboa, melhor.
Cavaco não está preocupado com a excepção dos dividendos. O que o preocupa é que possa passar pela cabeça de alguém que a resposta à crise possa passar por outras soluções.
FMI, BCE e governo português alertam para a necessidade de implementação de reformas na área do trabalho. A flexibilidade que nos é imposta não é nada mais do que uma maior precarização das relações laborais e um ataque feroz aos direitos d@s trabalhadores/as.
O Health Cluster de Portugal divulgou, com pompa e circunstância, um estudo sobre a sustentabilidade e o financiamento do SNS. Sem surpresas, o estudo sentenciou a morte do SNS.
O Tratado [de Lisboa] precisaria de ser larga e radicalmente revisto. Não para capturar direitos de voto, mas porque o seu articulado económico não resistiu à prova da crise.
Quem ainda não se resignou está agora a organizar várias iniciativas para defender a justiça climática, lutando pelo fim do uso de combustíveis fósseis (carvão, gás natural e petróleo) e pela justiça social e de género.
Por muito que custe aos diplomatas, o mundo pode agradecer à Wikileaks por mostrar como o Império interfere e espia os assuntos internos tanto dos amigos como dos inimigos.
Wendel Potter, ex porta-voz da gigante dos seguros de saúde Cigna, mencionou uma reunião de estratégia industrial na qual se tratou do tema de como responder ao documentário “Sicko”, de Michael Moore.
A fragilidade e alto risco associados ao sistema financeiro da Irlanda são o resultado do seu modelo de crescimento, que apostou na liberalização e desregulamentação dos mercados financeiros.