Opinião

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Nenhum homem neste planeta tem enfrentado uma luta tão desigual.

João Alexandrino Fernandes

Para Angela Merkel, Nicolas Sarkozy e para sociedade paralela que representam, quanto menos democracia, melhor, e logo, quanto menos mecanismos democráticos no Tratado de Lisboa, melhor.

José Gusmão

Cavaco não está preocupado com a excepção dos dividendos. O que o preocupa é que possa passar pela cabeça de alguém que a resposta à crise possa passar por outras soluções.

Mariana Carneiro

FMI, BCE e governo português alertam para a necessidade de implementação de reformas na área do trabalho. A flexibilidade que nos é imposta não é nada mais do que uma maior precarização das relações laborais e um ataque feroz aos direitos d@s trabalhadores/as.

João Semedo

O Health Cluster de Portugal divulgou, com pompa e circunstância, um estudo sobre a sustentabilidade e o financiamento do SNS. Sem surpresas, o estudo sentenciou a morte do SNS.

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Vivemos o maior ataque à democracia reinante na Internet, que desde o seu início se desenvolveu como uma plataforma livre de comunicação.

Miguel Portas

O Tratado [de Lisboa] precisaria de ser larga e radicalmente revisto. Não para capturar direitos de voto, mas porque o seu articulado económico não resistiu à prova da crise.

Ricardo Coelho

Quem ainda não se resignou está agora a organizar várias iniciativas para defender a justiça climática, lutando pelo fim do uso de combustíveis fósseis (carvão, gás natural e petróleo) e pela justiça social e de género.

Moisés Ferreira

A remuneração pelo trabalho tem vindo a recuar tanto que, em muitos casos, o salário já não cumpre sequer a função de sobrevivência.

Luís Branco

Por muito que custe aos diplomatas, o mundo pode agradecer à Wikileaks por mostrar como o Império interfere e espia os assuntos internos tanto dos amigos como dos inimigos.

Amy Goodman

Wendel Potter, ex porta-voz da gigante dos seguros de saúde Cigna, mencionou uma reunião de estratégia industrial na qual se tratou do tema de como responder ao documentário “Sicko”, de Michael Moore.

A fragilidade e alto risco associados ao sistema financeiro da Irlanda são o resultado do seu modelo de crescimento, que apostou na liberalização e desregulamentação dos mercados financeiros.