Há hoje uma possibilidade de, em Portugal, devolver alguma justiça e igualdade ao ensino superior. Esta semana será tempo de decisões importantes. Vários projectos vão ser votados na AR.
As alterações climáticas são uma realidade e é difícil perceber do que estamos à espera. Estamos a tratar de uma questão de sobrevivência e daquela que é das mais graves faces da crise global.
Sócrates engana-se ou engana-nos (a alguns), quando argumenta que não mexe nos despedimentos, apenas os vai tornar mais baratos. Isto não é mais que estimular o aumento dos despedimentos colectivos.
Os bons resultados do PISA 2009 levaram Sócrates à euforia na exaltação das suas políticas educativas. Mas quando tentou enunciar as medidas do sucesso enganou-se. Afinal nem ele nem o Governo sabem explicar o que se passou.
Se há desemprego, a solução Sócrates não é promover a criação de emprego mas sim facilitar o despedimento. Se há desempregados sem subsídio e atirados para a miséria, a solução Sócrates é diminuir a indemnização no momento do despedimento.
Hoje sabemos que quem gritou bem alto “Eu não Rio” contra a decisão de entregar o Rivoli a Filipe La Feria acertou em todas as suas mais negras previsões.
Muitos dos acordos PFI [as Parcerias Público-Privadas britânicas] foram anti-democráticos e contra o interesse nacional. É hora de pararmos de honrá-los.