O impensável há alguns, poucos, anos começa agora a concretizar-se. Do Reino Unido chegam notícias de projectos para fecho massivo de bibliotecas públicas, o que está a gerar um grande movimento de contestação.
Como se vê em relação ao Egipto, para os mercados não têm estados de alma. Para eles, uma ditadura, enquanto dure, é sempre preferível à incerteza democrática.
Fiel ao seu passado o líder do PSD decidiu aproveitar este momento lançando uma ideia de força: acabar com as empresas públicas com resultados negativos.
Temporária, a luz das revoluções é um prodígio de clareza. É a negação do sofrimento. É a exigência da dignidade. É a tenaz da razão, a impor as evidências.
Os cortes financeiros nos contratos de associação com escolas privadas aqueceram o ambiente educativo. No meio da poeira, mente o governo e mentem os privados.